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Naturistas se reúnem na Paraíba para celebrar a ‘internacionalização’ da prática

Depois de até o presidente internacional da organização, George Volac, duvidar, às 16h30 (horário de Brasília) desta terça-feira (09) foi aberto a 31º Congresso Internacional de Naturismo, na praia de Tambaba, na Paraíba. O evento é o primeiro do grupo a ser realizado fora dos Estados Unidos e da Europa. Com isso, a entidade quer […]

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09/09/2008 às 21h43

Depois de até o presidente internacional da organização, George Volac, duvidar, às 16h30 (horário de Brasília) desta terça-feira (09) foi aberto a 31º Congresso Internacional de Naturismo, na praia de Tambaba, na Paraíba. O evento é o primeiro do grupo a ser realizado fora dos Estados Unidos e da Europa. Com isso, a entidade quer fazer jus ao “internacional” de seu nome.

“O Brasil é um importante país no mundo do naturismo. Não apenas tem o clima ideal, as pessoas aqui também são mais livres dos preconceitos que assolam as sociedades americana e européia”, contou Volac, presidente da Federeção Internacional de Naturismo, ao G1, em entrevista exclusiva. “Queria que esta edição acontecesse aqui para mostrar que realmente somos um movimento que está em todo o mundo”, disse.

Mas até ele chegou a duvidar que o objetivo iria se tornar realidade. “Vim aqui duas semanas atrás e não tinha nada. Só mar e areia. Briguei, falei que não ia dar tempo. Tinha certeza que não ia dar certo”, conta Volac. “E agora está aí, a estrutura toda montada. Agora eu confio, o brasileiro é capaz de tudo. Mas eu quase tive um ataque do coração até descobrir isso”, ri o esloveno.

Ao todo, quatro mil pessoas são esperadas nos quatro dias de congresso, que vai até sexta-feira. Na pauta serão discutidos temas sérios como a importância da publicidade para a divulgação da filosofia naturista e a possibilidade de usar a causa para defender o meio ambiente. Tudo em um ambiente sóbrio, com tradução simultânea e delegados representando cada país da federação – todos, é claro, nus.

Tambaba é uma das oito praias públicas com autorização oficial para a prática do naturismo no Brasil. Ali proibido é andar vestido. E é “naturismo” mesmo, nem tente falar nudismo. “A palavra nudista ganhou uma conotação errada ao longo dos anos”, explica Elias Pereira, presidente da federação brasileira. “Faz a pessoa lembrar de algo pornográfico, erótico. E não é nada disso. Somos um movimento de bases familiares”, conta.

É esse apego à família que todos os participantes parecem ter em comum – além do desapego às roupas. “Quase sempre é uma coisa de criação, de educação. A criança que fica nua quando pequena na companhia da família não vê nada de errado nisso”, acredita Yvette Perry, americana de 74 anos, que encontrou o congresso por acaso. Ela e seu namorado, Robert Hinkle, de 76, vieram ao Brasil só para conhecer Tambaba. Nem sabiam do encontro. Mas assim que chegaram, estenderam a visita para poder aproveitar. “Tivemos muita sorte”, diz Robert.

Para todos, o naturismo é mais que um hobby, é um estilo de vida. "Eu não virei naturista, eu nasci naturista", resume Elias.

Do G1

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