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Homem inventa sequestro para não ser descoberto traindo esposa

Ele confessou à corporação que passou a noite bebendo com amigos e com outra mulher.

Por Luzia de Sousa

18/06/2016 às 19h18 • atualizado em 18/06/2016 às 21h08

Ele confessou a PM

Para “salvar o casamento”, um vendedor de 39 anos disse para a Polícia Civil que foi abordado, rendido e sequestrado por três desconhecidos na última sexta-feira (10) em um cruzamento próximo a um posto de gasolina do Setor Industrial de Taguatinga, em Brasília. Ele confessou à corporação que passou a noite bebendo com amigos e com outra mulher. O UOL não conseguiu contato com ele nem com a mulher.

Segundo o delegado-chefe da 24ª DP, Ricardo Viana, o homem chegou à delegacia no sábado, às 12h30, com sinais de embriaguez e acompanhado da mulher e de familiares. Emocionado, disse que os “criminosos” fizeram compras com seu cartão de crédito e até o obrigaram a comer terra.
“Ele chorava muito, estava visivelmente embriagado e fugia das nossas perguntas. Já desconfiamos aí, né?”, disse o delegado ao UOL. “Também afirmou que os bandidos roubaram seu carro, sempre sendo acalentado pelos familiares.”

No mesmo dia, por volta das 15h, o vendedor retornou à DP afirmando que tinha encontrado o veículo no Incra 9, em Brazlândia, com mais três amigos e o cunhado. “Achamos muito estranho ele ter encontrado o veículo de onde teria sido libertado, sabe? E sem a ajuda da Polícia Civil. Ele também disse que teria sido forçado a beber, um fato incomum nesses casos.”

De acordo com a Polícia Civil, a mentira foi descoberta nesta segunda-feira (13). O vendedor foi chamado novamente à delegacia e não conseguiu descrever os sequestradores com precisão. Confrontado, assumiu a farsa e disse que inventou o crime para “salvar o casamento”.

“O homem disse que estava em uma farra com uma mulher chamada ‘Sol’ e amigos, até as 10h de sábado, e inventou a história para evitar o fim de seu casamento”, conta o delegado, que disse ter sido a primeira vez que registrou um caso assim. O vendedor assinou um termo circunstanciado e vai responder em liberdade por falsa comunicação de crime ou contravenção.

“Não é incomum que as pessoas mintam para a Polícia Civil para tentarem se livrar de problemas pessoais. No entanto, nunca tínhamos visto uma mentira desse porte”, explica. Se condenado, o homem pode pegar de um a seis meses de prisão. A pena pode ser convertida em cestas básicas ou serviços comunitários.

Fonte: UOL

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