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Reportagem mostra com exclusividade como ficou a casa onde mãe e filho foram mortos em Cajazeiras; filho e irmão das vítimas insinua que a polícia não está se dedicando no caso: “Não existe crime perfeito” – ASSISTA!

Conhecido como "crime do Papa Mel", o caso irá completar 10 meses e a polícia ainda não conseguiu localizar o principal suspeito

Por Jocivan Pinheiro

05/07/2016 às 19h54 • atualizado em 05/07/2016 às 20h59

No dia 19 deste mês, o assassinato de mãe e filho que ficou conhecido como “crime do Papa Mel”, ocorrido na zona rural de Cajazeiras, irá completar 10 meses sem elucidação.

Papa Mel

Maria Berenice de Sá e Rafael da Silva de Sá

Em setembro de 2015, Maria Berenice de Sá, de 54 anos, e seu filho Rafael da Silva de Sá, 22 anos, foram encontrados mortos dentro da residência da família, uma humilde casa localizada no sítio Papa Mel.

De acordo com a perícia, mãe e filho foram asfixiados e deixados em cima de uma cama cobertos por lençóis. Os indícios apontam para crime de latrocínio. No entanto, quase dez meses depois, a polícia ainda não conseguiu localizar o principal suspeito, nem a moto que foi roubada.

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Papa Mel 4

Filho e irmão das vítimas pede justiça

O filho e irmão das vítimas, que chegou a ser apontado como um dos suspeitos, cobra mais empenho da polícia nas investigações. Ele reconhece que este é um caso cercado de muito mistério e de difícil elucidação, mas diz que não acredita em crime perfeito.

“Não existe crime perfeito. Não querendo julgar a polícia. A polícia está trabalhando. Mas você tentando se esforçar o melhor possível, podia ser que encontrasse algum suspeito, alguma coisa. Não existe crime perfeito para mim.”

Ele revela que a família tem suspeitos e que já passou as informações ao delegado do Grupo Tático Especial (GTE) da Polícia Civil, Braz Morroni, que está à frente das investigações. “Para a família, em caso de sigilo, a gente pode ser que tenha suspeitas. A gente tem suspeitas”, disse o jovem.

Ele fez um apelo para que as pessoas que tenham qualquer informação que possa ajudar, repassem à polícia sob garantia de total sigilo.

Delegado retomou o caso

O delegado Braz Morroni confirmou que o principal suspeito do crime permanece foragido e a polícia ainda não tem pistas concretas que levem ao seu paradeiro. Enquanto isso, o inquérito foi reaberto e os investigadores já começaram a tomar novas medidas técnicas paralelas.

“Dessa situação de encontrá-lo, a gente sabe o desenrolar da investigação. Mas, paralelamente a isso, na volta do inquérito a gente teve algumas medidas de caráter técnico que eu não posso passar para a grande mídia. Essas medidas requerem um certo tempo para serem realizadas, mas o inquérito continua em andamento.”

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