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Servidor do Senado é suspeito de matar homem após briga em bar

De acordo com a Polícia Civil, Argos Madeira da Costa teria atirado em ex-companheiro de uma amiga. Ele está foragido

Por Luzia de Sousa

30/01/2017 às 10h22

Foto: Portal Metrópole

a discussão entre um casal recém-separado acabou em morte na madrugada desta segunda-feira (30/1), num bar na 312 Norte. Segundo informações da Polícia Civil, o empresário Eduardo Montezuma Alves de Lima, 42 anos, foi baleado no peito servidor do Senado Argos Madeira da Costa Matos, 57 anos. Ele foi socorrido ao hospital, mas não resistiu. O autor dos disparos estaria acompanhando a ex-mulher da vítima, Débora Rodrigues Martins.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime e se foi legítima defesa. De acordo com a ocorrência, Débora e Eduardo mantinham um relacionamento de 12 anos, mas estavam separados desde dezembro do ano passado. Por volta das 23h, o homem chegou ao bar em que estavam a ex-mulher, Argos e mais um grupo de pessoas.

MICHAEL MELO/METRÓPOLES
Michael Melo/Metrópoles
O grupo estava reunido no bar Chiquinhos antes da confusão

As testemunhas contaram que Eduardo chegou tomando satisfações da ex-companheira, que não teria atendido as ligações dele.

Neste momento, Argos não estava na mesa, pois havia ido ao banheiro. Em seu depoimento, Débora contou que tinha conhecido o homem há uma semana, durante uma viagem a Rio Branco (AC). Quando retornou, Argos foi interpelado por Eduardo, que seria uma “pessoa muito ciumenta”, conforme revelou a mulher.

Nesse momento, Eduardo teria empurrado Argos e teve início uma confusão. Separados, os dois saíram e continuaram a discussão do lado de fora do bar, em via pública. Em seguida, as testemunhas contaram que ouviram um disparo e viram Eduardo caindo, com a mão no peito, ensanguentado.

Argos fugiu do local. Populares colocaram Eduardo ainda vivo no carro e o levaram para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Porém, ele não resistiu e morreu. Uma equipe da Polícia Civil foi ao local do crime e encontrou vestígios de sangue e uma cápsula de calibre .380.

O Metrópoles conversou com amigas da Débora. Elas contaram que o relacionamento da mulher com Eduardo era marcado por idas e vindas. “Eles tinham dado um tempo. Mas sempre voltavam. Todo mundo ficou chocado porque ninguém sabia que poderia chegar a esse ponto. A Débora não dormiu, está abalada. Passou a noite na casa da mãe”, disse uma delas, que pediu para não ser identificada.

A expectativa é que o servidor se apresente ainda nesta segunda. O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte).

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