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Polícia prende em Campina Grande mulher procurada por tráfico de drogas

Ela foi condenada a cumprir 3 anos e quatro meses de reclusão pelo crime de tráfico de drogas.

Por Priscila Belmont

03/04/2017 às 16h49 • atualizado em 03/04/2017 às 16h52

A polícia recebeu o mandado na semana passada e desde então iniciou as buscas para prender a acusada.

A Polícia Civil, por meio da 3ª Delegacia Distrital de Campina Grande, cumpriu, na manhã desta segunda-feira (3), o mandado de prisão definitivo expedido pela Vara de Execução Penal de Campina contra uma mulher de 44 anos. Ela foi condenada a cumprir 3 anos e quatro meses de reclusão pelo crime de tráfico de drogas. O crime foi cometido em 2013.

A polícia recebeu o mandado na semana passada e desde então iniciou as buscas para prender a acusada. No documento expedido pela Justiça, constava como endereço uma rua próxima ao Mercado Central, no Centro de Campina. Os policiais foram até o local, mas lá foram informados que a auxiliar de serviços gerais tinha sido beneficiada com uma casa do projeto de habitação da Prefeitura e não morava mais no antigo endereço.

Na tentativa de encontrar mais informações que ajudassem a descobrir o paradeiro de acusada, os agentes de investigação conversaram com algumas pessoas da área e chegaram até a madrinha da procurada pela Justiça. Ela disse que a afilhada costumava ir até a feira livre nos finais de semana e para não levantar nenhuma suspeita que fizesse a auxiliar de limpeza fugir, os policiais deixaram um documento de intimação pedindo para que mulher fosse até a 3ª Delegacia prestar esclarecimentos.

Na manhã desta segunda-feira (3), ela foi até a DD pensando que a polícia queria falar algo sobre a filha que está presa, mas, enquanto aguardava, foi informada sobre o mandado de prisão em aberto e depois de ser ouvida sobre o caso foi encaminhada para a carceragem da Central de Polícia, no bairro do Catolé. A acusada será apresentada nesta terça-feira (4) na audiência de custódia e depois será encaminhada para o Presídio Feminino Júlia Maranhão, em João Pessoa, onde deve cumprir a pena determinada pela Justiça.

Secom

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