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Confira as quentes da política na faisqueira da semana do Jornal Gazeta

Um popular, depois que ouviu o longo discurso de posse do prefeito Léo Abreu, comentou: “não senti nenhuma emoção, ele foi frio, palavras insossas e sem tempero” e complementou: “diferente do...

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12/01/2009 às 07h38

Sem emoção
Um popular, depois que ouviu o longo discurso de posse do prefeito Léo Abreu, comentou: “não senti nenhuma emoção, ele foi frio, palavras insossas e sem tempero” e complementou: “diferente do discurso do pai e dos inflamados de Carlos Antonio. Ambos transmitem muita emoção, do jeito que o povo gosta”. Vivemos um novo tempo político na cidade.

Pernas pro ar
Cerca de 12 professores, que exerciam funções de coordenação na Secretaria de Educação do Município, na sexta-feira, dia 2, logo cedinho se apresentaram para trabalhar e não chegaram nem a tomar um cafezinho e já foram dispensados com a seguinte ordem: vão para casa, estão todos de férias. Depois do recadastramento vocês vão ficar sabendo onde vão trabalhar. Tem gente temendo ir direto para o grupo escolar do Sítio Urubu.

Governista
Pelo andar da carruagem, dificilmente o sindicato dos funcionários públicos do município de Cajazeiras, vai contestar as decisões do novo edil cajazeirense com relação aos concursados, cujos contratos foram suspensos através de um Decreto-Lei. A maioria da diretoria é governista e partidária. Os funcionários devem ficar alerta para um possível “corpo mole” da entidade que tem como principal objetivo a defesa de seus filiados.

Doloroso
Uma cidadã que trabalhava há mais de dez anos em uma empresa, pediu demissão para assumir um novo emprego na prefeitura municipal de Cajazeiras, aprovada que foi em concurso público. Assumiu em agosto de 2008 e já tendo recebido o seu primeiro provento, está agora desempregada. É muito cruel.

Lamento
O prefeito de Cajazeiras, médico Léo Abreu, teria confidenciado a um amigo que lamentava profundamente a decisão tomada pelo vereador Humberto Abreu (PP) de ter votado em Marcos Barros para presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras. Teria dito ainda que o mesmo tinha sido eleito com ajuda de membros da família Abreu, incluindo Dr. Pessoa. Com ar de magoado, lamentou ainda: Humberto poderia ter ficado com o prefeito e não com o vereador, até porque ele é meu sangue. O poder deixa o homem completamente cego. A política partidária sempre foi um poço de traição.

Lamento 2
Nesta mesma conversa, Dr. Léo teria lamentado ainda: – só tive direito a indicar dois secretários: o das finanças (professor Abreu) e o da educação (Geneluza Dias), os restantes dos nomes me empurraram de goela abaixo. Dr. Léo, na composição de seu quadro de auxiliares, teve que atender aos grupos políticos que contribuíram para sua eleição.

Matando saudades
O médico Antonio Vituriano de Abreu, ex-prefeito de Cajazeiras, foi visto, na última terça-feira, sentado na cadeira de prefeito que pertence ao seu filho, médico Léo Abreu. Muitas saudades, muitas emoções.

Pressões
O prefeito Léo Abreu estaria sendo “pressionado” no sentido de “ampliar” os valores de alguns contratos publicitários com algumas empresas da cidade. A justificativa seria a de “compensar” “favores” realizados durante a campanha. Pessoas íntimas do prefeito, pelo que conhecem de sua postura, não acreditam que ele vai se deixar pressionar até porque ficaria difícil uma justificativa perante a opinião pública, já que se supõe que a futura Secretaria de Transparência teria que colocar tudo na internet Tem “nego” aí querendo ir para o pote com muita sede.

Silêncio tumular
O ex-prefeito de Cajazeiras, médico Carlos Antonio, sempre que indagado sobre sua possível candidatura a deputado estadual nada responde. É um silêncio tumular. Diz apenas que vai exercer a sua profissão de médico. Encontra-se no Rio de Janeiro participando das festividades alusivas à colação de grau de sua filha Carla, que está se formando em medicina.

Troglodita
A postura de um dos secretários da edilidade cajazeirense estaria sendo muito estranha. Comenta-se que além do relacionamento com os funcionários do setor ser da pior qualidade teria um ingrediente que não se usa mais nem nos bordéis de quinta categoria: o palavrão. Este ilustre agente público talvez esteja a merecer uma aula de civilidade e bons costumes e sempre que desejar soltar um palavrão é bom lembrar que se encontra num lugar público.

Vermelhou
No meio da frota de carros locados pela prefeitura de Cajazeiras para coleta de lixo da cidade tem apenas um carro vermelho. Uma cor que destoa do amarelão da campanha. O dono deste veículo deve ter um prestígio enorme junto ao novo governo. A quem pertence o intruso “vermelhão”?

Uma boquinha
Um bate papo no cafezinho da KIPÂO, famosa lanchonete situada ao lado da prefeitura, entre dois amigos despertou a curiosidade de um ouvinte: “- bicho, o que é que tu ta fazendo tão cedo aqui na Kipão?” E a resposta veio na bucha: “Negão, eu tô aqui pastorando Léo meu primo chegar à prefeitura para pedir um emprego pra mim” e foi retrucado: “- bicho se tu tens tanto prestigio assim com o home pede um pra mim também”. Até o cafezinho da xícara esfriou com o diálogo.

Do jornal Gazeta do Alto Piranhas

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