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Léo anuncia suspensão de concurso público

O prefeito eleito de Cajazeiras, Léo Abreu (foto), promete fazer uma verdadeira faxina ao assumir a prefeitura municipal em 2009. Exigir que os funcionários públicos que foram deslocados para outros cargos e outras cidades retornem a Cajazeiras para atuar em suas funções de origens, e retirar as gratificações irregulares realizando um novo cadastramento de funcionários […]

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23/12/2008 às 12h09

O prefeito eleito de Cajazeiras, Léo Abreu (foto), promete fazer uma verdadeira faxina ao assumir a prefeitura municipal em 2009. Exigir que os funcionários públicos que foram deslocados para outros cargos e outras cidades retornem a Cajazeiras para atuar em suas funções de origens, e retirar as gratificações irregulares realizando um novo cadastramento de funcionários são só algumas das novidades do jovem médico.

Mas a que promete gerar mais polêmica é, sem dúvida, a suspensão do último concurso público realizado pela atual gestão do prefeito Carlos Antonio. Além de suspender o concurso, Léo vai abrir um inquérito para investigar a legalidade das provas e dos resultados.

O concurso ficará suspenso até o Ministério Público avaliar sua legitimidade, e mesmo que essa legitimidade seja comprovada, Léo avisa que a prefeitura vai ter a maior cautela possível para convocar os aprovados, para que não haja dificuldades na hora de cumprir com a folha de pagamento mensal.

O prefeito eleito está consciente de que pode sofrer duras críticas por causa da decisão, mas diz ser importante para a máquina administrativa municipal a investigação. “Eu não posso pegar quarenta, cinqüenta enfermeiros e botar para trabalhar. Tem cinco, seis enfermeiros na Policlínica peitando um no outro. Eu vou ter dinheiro para pagar esse povo no fim do mês?”, disse.

O Outro Lado
O detalhe é que o procurador geral do município nas duas gestões de Carlos Antonio, o advogado Rogério Oliveira, afirmou, em entrevista à Rádio Arapuan FM, que Léo Abreu não poderá suspender o concurso apenas com o uso de um decreto. Ele explicou que o concurso público foi realizado com aval da Lei. Sendo assim, segundo a hierarquia jurídica vigente no país, um decreto não tem força sobre uma Lei. Rogério Oliveira disse também que não se pode suspender um concurso sem antes comprovar se ele é legal ou não.

Da redação do Diário do Sertão

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