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Léo responde a acusações e compra briga com Carlos

Acusado pelo prefeito de Cajazeiras, Carlos Antonio de Oliveira, de ter montado um grande esquema de compra de votos na reta final da campanha para prefeito este ano, onde até mesmo dinheiro financiado por traficantes de drogas teria entrado nesse suposto projeto ilícito, o prefeito eleito Léo Abreu, que toma posse dia 1º de Janeiro […]

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09/10/2008 às 18h25

Acusado pelo prefeito de Cajazeiras, Carlos Antonio de Oliveira, de ter montado um grande esquema de compra de votos na reta final da campanha para prefeito este ano, onde até mesmo dinheiro financiado por traficantes de drogas teria entrado nesse suposto projeto ilícito, o prefeito eleito Léo Abreu, que toma posse dia 1º de Janeiro de 2009, teve, na manhã desta quinta-feira (09) o seu tão aguardado momento de resposta, numa movimentada entrevista coletiva realizada na Câmara dos Vereadores.

Na ocasião, estava presente toda a imprensa cajazeirense, além da cobertura da TV Paraíba, de Campina Grande. Léo, aparentemente de forma bastante serena, respondeu às acusações com a mesma moeda do seu rival político, garantindo que também irá recorrer à Justiça para que Carlos Antonio seja culpado das afirmações sem provas, segundo ele.

Desespero
O novo prefeito disse que num momento de desespero, Carlos começou a atirar pedras não só contra ele, mas também contra seus próprios aliados, citando o caso em que o democrata teria garantido que o vice-governador do Estado, José Lacerda, sabia do esquema.

“Ele poderia ter aproveitado seu espaço para agradecer pelos votos que teve, para fazer um balanço positivo do que fez, e não para estar começando a atirar pedras. E veja que não foi só contra mim. Ele incluiu praticamente todas as autoridades do Estado da Paraíba, comprometendo o vice-governador, e agora, de público, tem que dar uma satisfação, e nós vamos cobrar essa satisfação, porque eu acho, no mínimo, inadmissível colocar uma autoridade como o vice-governador do Estado numa situação dessa, constrangedora”, afirmou.

Envolvidos
Léo Abreu disse ainda que Carlos Antonio teria garantido que outras autoridades políticas estavam envolvidas no suposto esquema, como o deputado federal Ricardo Barbosa e o senador Cícero Lucena. Segundo Léo, por causa desse ‘momento de desespero’, Carlos veio a se desentender até mesmo com seu maior aliado, o governador Cássio Cunha Lima.

“Depois de tudo, ele critica o próprio governador, dizendo que não tem compromisso com ele porque esses aliados complicaram sua relação. Será que é por que o governador veio aqui e disse que a pesquisa dele era mentirosa e, de fato, foi? O governador é meu adversário político, mas eu respeito a inteligência dele. Ele não iria compactuar com uma situação dessa”.

Da redação do Diário do Sertão

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