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Em despedida da Câmara, deputado de Sousa destaca importância da Transposição

Marcondes assumiu a titularidade do mandato com a licença do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB).

Por Luzia de Sousa

31/03/2016 às 15h03 • atualizado em 31/03/2016 às 15h14

Marcondes Gadelha se despede da Câmara Federal

Em sua despedida da Câmara Federal, na tarde da última quarta-feira (30), o deputado federal Marcondes Gadelha (PSC) utilizou a tribuna para alertar as autoridades sobre a importância da transposição das águas do rio São Francisco para o Nordeste, mesmo com as chuvas caídas nos últimos dias em diversos municípios. Marcondes assumiu a titularidade do mandato com a licença do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB), que retorna nesta quinta-feira (31) as atividades no Congresso.

Ele destacou que o déficit hídrico só se compensa com as águas levadas à região pela transposição. “Chova o que chover este ano lá no Nordeste, o déficit hídrico será insuperável se nós deixarmos as coisas apenas por conta da natureza. É preciso importar água de algum lugar, e o manancial mais próximo, mais abundante e mais barato é o Rio São Francisco”, destacou o deputado.

Durante o discurso, Gadelha destacou que chove copiosamente no Nordeste setentrional. “Aparentemente, escapamos do quinto ano consecutivo de seca. Mas isso não pode ser pretexto ou desculpa para esquecermos o cronograma e, eventualmente, esmorecermos no compromisso com o ritmo e o andamento da obra de transposição de águas do Rio São Francisco”, afirmou.

O deputado disse ainda que uma comitiva composta por ele e pelos senadores Cássio Cunha Lima e Garibaldi Alves Filho estiveram recentemente no Ministério da Integração Nacional. “Lá nos foi assegurado que a obra será entregue até o final deste ano, desde que assegurado o fluxo financeiro de R$ 237 milhões de reais ao mês”, revelou.

Para Marcondes Gadelha, o custo da obra de transposição das águas do São Francisco não é grande. Segundo ele, para aqueles que ainda pensam o contrário, o custo total da transposição será de pouco mais de R$ 8 bilhões.

Como exemplo, o deputado contou que nos Estados Unidos estão planejando uma transposição para servir apenas ao Estado da Califórnia, captando-se água no delta do Rio San Joaquin e do Rio Sacramento para levar até o sul, a Los Angeles e San Diego, ao custo de US$ 15 bilhões de dólares. “Os chineses acabaram de completar a obra de transposição do Rio Yangtsé para a bacia do Rio Amarelo ao custo de US$ 62 bilhões de dólares”, disse.

O deputado afirmou ainda que a transposição de águas do Rio São Francisco vai atenuar a situação de insuficiência hídrica de 12 milhões de nordestinos em 340 Municípios. “Ela terá um efeito didático, um efeito demonstração. Esta será a primeira obra de transposição no Brasil, mas vai ser imitada em inúmeras outras que são absolutamente necessárias num país divido em duas grandes regiões, uma com muita água e população pouco densa; outra muito populosa, mas sem água”, destacou.

DIÁRIO DO SERTÃO com PBAgora

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