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Ato pela democracia atrai grande público em Cajazeiras; emissora de rádio foi alvo de protestos – VÍDEO!

O ato começou na Praça das Oiticicas e percorreu várias ruas da cidade. No percurso houve paradas estratégicas em frente a uma rádio e à Prefeitura

Por Jocivan Pinheiro

31/03/2016 às 20h10 • atualizado em 31/03/2016 às 20h11

Assim como aconteceu em todo o país, Cajazeiras também registrou ato em favor da democracia e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) nesta quinta-feira (31). A mobilização foi organizada pela Frente Brasil Popular, que conta com apoio de estudantes, sindicatos, associações de trabalhadores e movimentos sociais organizados.

Manifestação começou na Praça das Oiticicas

Manifestação começou na Praça das Oiticicas

O ato começou na Praça das Oiticicas, no Centro, e percorreu várias ruas da cidade. No percurso houve paradas estratégicas. A primeira delas foi em frente à rádio Difusora, que é bastante criticada pelos membros do movimento por ter, segundo eles, uma postura imparcial contra simpatizantes do governo Dilma. Houve gritos de protestos contra a emissora.

Depois a passeata parou no pátio da Prefeitura, onde manifestantes tiveram a oportunidade de fazer uso da palavra. Houve até um momento de descontração com a participação do sanfoneiro Chico Amaro em cima do carro de som puxando um forró e colocando o público para dançar.

O ato contou também com a presença dos vereadores Ivanildo Dunga (PMN), Marcos do Riacho do Meio (PT), Jucinério Félix (PPS) e do ex-vereador Severino Dantas, um dos maiores símbolos do PT na região.

Ato parou em frente à rádio Difusora

Ato parou em frente à rádio Difusora

Ivanildo Dunga: “Antes de tudo eu sou uma pessoa de lutas, e de lutas por causas justas. Nada mais justo do que a gente defender o direito da democracia. Se o voto do cidadão que escolheu Dilma para administrar o país por mais quatro anos não tiver validade, não adianta ninguém mais ir às urnas.”

Marcos do Riacho do Meio: “Esse golpe é de meia dúzia do PSDB acostumados a dominar o país. Isso é um golpe. E a gente, que é democrático, vamos para a rua defender a democracia e dizer que o governo Dilma e o governo Lula foi quem recuperou o país.”

Mariana Moreira, professora e sindicalista: “Não existe fundamentação legal para impeachment. Por isso nós estamos na rua. Porque nós não defendemos a corrupção, defendemos a legalidade, a democracia e a apuração de todas as irregularidades com isenção e justiça.”

Nonato Saraiva, desenhista: “A gente está vendo todos os desmandos cometidos por pessoas que não tinham nenhuma capacidade de estar à frente de processo de impeachment; formando um grupo de criminosos querendo punir uma presidente democraticamente eleita pela população. Nós não concordamos com o golpe, com essa tentativa de tomada de poder a partir de uma coisa não legal.”

Rigonaldo Pereira, professor e sindicalista: “A gente está consciente de que o maior risco do país nesse momento é a gente fraturar a democracia. Então a gente precisa dar essa resposta à sociedade brasileira e ao Congresso Nacional, que quer realmente dar um golpe, porque impeachment sem crime é um golpe, um golpe branco. Nós estamos cientes que esse momento é um momento crucial. Vamos enterrar esse processo de impeachment que é ilegal, que é um crime contra o povo brasileiro.”

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