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Presidente da CDL de Cajazeiras está pessimista com governo ‘meramente político’ de Temer. VÍDEO!

Para Irlânio Cavalcante, os primeiros nomes para assumirem ministérios dão sinal de que impeachment nada tem a ver com preocupação econômica

Por Jocivan Pinheiro

12/05/2016 às 15h18 • atualizado em 12/05/2016 às 17h24

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Cajazeiras demonstrou pessimismo com relação às medidas econômicas que poderão ser adotadas pelo presidente interino da República, Michel Temer (PMDB). Para Irlânio Cavalcante, o surgimento dos primeiros nomes que poderão assumir ministérios no governo Temer, como Aécio Neves (PSDB), por exemplo, já dão um sinal claro de que o impeachment de Dilma Rousseff (PT) foi uma manobra meramente política para que certos grupos mantenham-se privilegiados no poder, e nada tem a ver com a real preocupação em resgatar o país da crise econômica.

“Fica difícil acreditar em um político que começa a ratear os ministérios com outros políticos, inclusive com políticos inclusos na Lava Jato. Torcemos, sim, para alguma mudança, mas é difícil acreditar nessa conjuntura atual, até pela forma como se processou todo esse processo. Uma coisa meramente política. Uma briga pelo poder, onde essas pessoas tem uma sanha para cargos agora. A briga é feia para assumir cargos, e tão somente isso”, comentou o empresário.

Mesmo com a confirmação de que Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda de Temer (ele chegou a ser indicado por Lula a Dilma), Irlânio continua cético com relação às reformas econômicas que ele julga necessárias, principalmente porque, segundo ele, afetaria os privilégios de alguns.

“Ele é um cara experiente e, acima de tudo, técnico, não é um político, e a gente torce para que ele tenha pulso para fazer as reformas, coisa que Dilma não conseguiu porque esse Congresso não permitia perder privilégios. Essa é a tônica. Mas acho difícil as reformas necessárias. O corporativismo entre os congressistas é muito grande e eu, pelo menos, não acredito muito. Se num governo popular não foi possível, imagina num governo de extrema direita que a gente está vendo se compondo.”

O presidente da CDL prevê grandes dificuldades para Temer pelo fato de o país estar rachado politicamente. “Eu duvido muito da sustentação de um governo que não seja posto através do voto popular. A população vai continuar nas ruas, nas redes sociais. A pressão é muito grande. Não sei até que ponto ele vai conseguir se sustentar.”

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