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Partido expulsa “pistoleiro” eleito vereador no Sertão; Caso é destaque na Globo. VEJA VÍDEO!

“Já oficiamos a executiva nacional do partido e a decisão está tomada”, ressaltou.

Por Luzia de Sousa

06/10/2016 às 05h03 • atualizado em 05/10/2016 às 15h33

O Partido Popular Socialista (PPS) decidiu expulsar dos seus quadros o vereador eleito Bira Rocha, que conquistou a vitória no pleito apesar de estar preso provisoriamente no Presídio Padrão de Catolé do Rocha. O caso foi destaque na Rede Globo de Televisão.

O pós-comunista foi eleito no domingo (2), na cidade, depois de acenar para os eleitores e fazer o “V” da vitória. Bira Rocha está preso desde maio e a lista de acusações contra ele vai de pistolagem, a tráfico de drogas e violência doméstica. O presidente estadual do partido, Nonato Bandeira, disse que a decisão foi tomada em comum acordo pelas direções municipal, estadual e nacional do partido. “Já oficiamos a executiva nacional do partido e a decisão está tomada”, ressaltou.

Preso por pistolagem vota algemado, é ovacionado por eleitores e se elege vereador no Sertão da Paraíba

Bira Rocha foi eleito para o cargo de vereador em Catolé do Rocha, no Sertão, com 948 votos. Foi o sexto mais votado. Ele se encontra preso desde maio deste ano. Mesmo assim, conseguiu que o partido confirmasse a sua candidatura. Nesta época, ele estava no presídio PB1, em João Pessoa, e coordenou a campanha de trás das grades. Por meio de nota, a direção municipal do partido informou que ele é filiado desde 2003 e teve o registro da candidatura liberada pela Justiça Eleitoral, por não possuir nenhuma condenação transitada em julgado. A sigla assegura que vai seguir a recomendação da executiva nacional e desfiliar o vereador. Durante a campanha, o então postulante usou como jingle uma adaptação da música “Metralhadora”, da baiana Banda Vingadora. E não apenas isso, a “canção” é encerrada com uma rajada de balas.

A legislação assegura a Bira Rocha que ele seja diplomado e empossado caso não haja nenhuma sentença condenatória contra ele transitada em julgado até fevereiro de 2017, quando a nova composição do Legislativo começa a funcionar. Com a expulsão do partido, abre-se a possibilidade de algum suplente brigar na justiça pelo mandato, apesar de isso ser pouco provável, devido ao currículo do vereador eleito. Ele é suspeito de cinco assassinatos, formação de quadrilha e violência doméstica.

Prisão
Bira Rocha foi preso em uma agência bancária de Mangabeira, em João Pessoa, pelo Grupo de Operações Especiais (GOE). Além de homicídio qualificado, ele responde por violência doméstica, enquadrado na Lei Maria da Penha. Na época da prisão, em maio deste ano, o delegado Allan Terruel explicou que Bira Rocha estava sendo preso porque havia deixado a cidade de Catolé do Rocha, onde responde pelos crimes atribuídos a ele. A ficha do postulante traz várias condenações a prisão já transitadas em julgado. “Ele fugiu do Sertão para tentar evitar ser localizado pela Polícia e já tinha dito que não seria preso e não aceitaria ser processado, se deslocando para a capital”, disse, na época, Terruel.

Jornal da Paraíba com Suetoni Souto Maior

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