header top bar

section content

Juiz determina novas eleições em município da região de Sousa; Advogados vão recorrer

Os advogados de defesa do Prefeito Salvan Mendes Pedrosa vão recorrer da decisão no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Confira todos os detalhes aqui

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

17/11/2016 às 14h31 • atualizado em 17/11/2016 às 15h07

Salvan Mendes foi reeleito prefeito de Nazarezinho (foto: Charley Garrido)

O juiz da 63ª Zona Eleitoral em Sousa, Anderley Ferreira Marques, sentenciou na tarde desta quinta-feira (17), a Ação de Investigação Judicial Eleitoral impetrada pela Coligação Renovação e Mudança contra o Prefeito reeleito no município de Nazarezinho, Salvan Mendes Pedrosa (PR), que é investigado pelos crimes de conduta vedada pela lei eleitoral, abuso de poder e outras irregularidades como o uso de maquinas do PAC em obra de um parque de vaquejada particular.

Salvan venceu as eleições por apenas 07 votos, foi eleito com uma votação de 2,612, representando 50.07% dos votos. o candidato derrotado, Marcelo Batista Vale, mais conhecido como “Marcelo de Titim”, obteve 2,605 votos (49.93%).

O juiz Anderley, julgou parcialmente procedente a ação e determinou a cassação dos registros da chapa majoritária da Coligação Experiência, Seriedade e Trabalho, composta pelo prefeito Salvan Mendes e o vice-prefeito Francisco do Vale de Sousa, declarando-os inelegíveis por oito anos. O magistrado também determinou o pagamento de multa de R$ 10 mil.

Os advogados de defesa do Prefeito Salvan vão recorrer da decisão no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

DIÁRIO DO SERTÃO

“Boca Quente” fala sobre Nilvan, Josival, Gutemberg e narra fato que mais lhe chamou atenção na área policial

PROGRAMA XEQUE-MATE

VÍDEO: Padre e missionários falam sobre recuperação de dependentes químicos na região de Cajazeiras

DIÁRIO ESPORTIVO

Ao lado de grandes nomes da imprensa, Diário Esportivo debate as rodadas da Série C e D do Paraibano

PARTIU PARA O ATAQUE

VÍDEO: Júnior Araújo diz que José Aldemir vai perseguir servidores que não apoiarem campanha de Paula