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Projeto de alunos de Cajazeiras desperta o empreendedorismo em catadores através da fundição do alumínio

12 famílias de catadores de materiais recicláveis de Uiraúna estão sendo capacitadas no Campus Cajazeiras.

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23/11/2015 às 14h52

Projeto de alunos de Cajazeiras desperta o empreendedorismo em catadores

O projeto “A importância da Reciclagem dos Materiais Metálicos e da Capacitação do Pessoal Envolvido – O Despertar do Empreendedorismo”, realizado no Campus Cajazeiras, está capacitando dezenas de catadores de material reciclado, que estão aprendendo sobre a fundição do alumínio. O projeto é coordenado pelo técnico administrativo Reginaldo Paiva e tem como membros o professor Bruno Allysson e o aluno do curso de eletromecânica, Danylo Meneses Batista.

De acordo com Reginaldo, o projeto surgiu de uma pesquisa sobre fundição de alumínio através da reciclagem de latinhas, onde a equipe conheceu o trabalho dos catadores, que catam latinhas e vendem a atravessadores. “Tivemos a ideia de criar um projeto que pudesse ajuda-los a agregar um maior valor a seu trabalho, a fundição de alumínio. Como é um processo relativamente simples, percebemos que poderíamos capacita-los pra isso. Através desta capacitação eles poderão confeccionar utensílios como: panelas, churrasqueiras e outros, os quais poderão ser vendidos gerando uma renda para eles”.

 

Nos encontros os catadores tem oportunidade de adquirir os conhecimentos básicos sobre confecção de moldes, fundição de alumínio e técnicas de prensagem. “Nós não sabíamos que trabalhávamos com um material tão valioso, o projeto nos dá a oportunidade de enxergar isso, agregar mais valor ao nosso trabalho” disse Severina Pereira da Silva que faz parte da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Uiraúna (ASCAMARU).

Apenas para se ter uma ideia de como os catadores podem aumentar o seu lucro, Reginaldo citou o exemplo da venda de uma panela de pressão. “Eles vendem um quilo de latinhas a R$ 3,00. Para fazer uma panela de pressão eles utilizariam 800 gramas de latinhas e venderiam o produto a R$ 30,00, ou seja, o lucro é dez vezes maior”. 

Rosildo Vieira dos Santos, presidente da ASCAMARU, afirmou que o projeto possibilita que os catadores agreguem valor ao seu trabalho. “A parceria com o IFPB, é uma forma de aprendizado que nos trás o conhecimento que não tivemos e assim possamos lucrar mais com o nosso trabalho” disse. 

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