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Câmara de vereadores de Triunfo aprova metade da suplementação de créditos solicitados pelo executivo

Em sessão tumultuada a câmara municipal de Triunfo votou, nessa sexta-feira (20), pela segunda vez a suplementação de créditos do orçamento de 2015

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23/11/2015 às 07h08

Câmara de Triunfo continua sem definição e disputa pela presidência deixou cidade sem prefeito

Em sessão tumultuada a câmara municipal de Triunfo votou, nessa sexta-feira (20), pela segunda vez a suplementação de créditos do orçamento de 2015 do município. A suplementação é um ajuste normal feito dentro do orçamento aprovado no ano anterior e não representa crédito novo, apenas autoriza o executivo a remanejar os créditos existentes.

Diferente do que pregava os vereadores da oposição de que se tratava de recursos a mais para o município. Não se sabe se os vereadores da oposição não queriam votar na suplementação do orçamento por não saberem de fato o que é crédito suplementar ou com intenção de dificultar a administração pública municipal. Em geral as prefeituras chegam a remanejar 30% do valor global e até mais, em alguns casos. Em Triunfo mesmo, todos os anos é feito esse remanejamento, sempre na ordem de 25% sem nenhuma polêmica.

Esse ano, pelo fato do presidente do legislativo ter lançado a sua candidatura a prefeito com o apoio de vereadores da oposição, o projeto que pedia 20% para ser suplementado, visto só ter sido aprovado no orçamento um remanejamento de 5%, foi rejeitado em primeira votação no dia 29 de outubro com os votos contrários dos vereadores, Bartoh, Alberto Cândido e Faguinho. Não sendo aprovado por depender de maioria de dois terços dos membros da câmara.

A prefeitura chegou a paralisar suas atividades por falta de créditos orçamentários, mesmo tendo os recursos repassados normalmente pelo tesouro nacional. A população então se mobilizou, lotando as dependências da câmara municipal e a matéria voltou à pauta, sendo que os vereadores da oposição, que hoje são maioria, dos 20% pedidos originalmente só aprovaram a metade da suplementação, ou seja 10%.

Agora resta saber como o gestor triunfense, que tem a experiência de três mandatos, irá fazer para terminar o ano com esse déficit na suplementação orçamentária. Vai ter que fazer malabarismo pra finalizar o ano.

Da Assessoria

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