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Juiz decide que vereadores envolvidos no esquema “Fantasma” retornem; promotor quer afastamento

Os vereadores são suspeitos de envolvimento no esquema de “Funcionário fantasma” na Câmara Municipal de Sousa. Confira!

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27/03/2015 às 11h57

 
 Eduardo Medeiros, ex-presidente da Câmara Municipal (Foto: DS)               Júnior de Nedimar, vereador (Foto: Diário do Sertão)

Depois de mais de um ano afastados da Câmara Municipal de Sousa, os vereadores Eduardo Medeiros (PTB), e Nedimar de Paiva Gadelha Júnior (PSD), mais conhecido como Júnior de Nedimar, vão retornar à Câmara Municipal. A decisão do retorno dos parlamentares, foi do Juiz da 4ª Vara da Comarca de Sousa, Diego Fernandes Guimarães durante audiência no Fórum Municipal de Sousa na quinta-feira (26).

Os vereadores são suspeitos de envolvimento no esquema de “Funcionário fantasma” na Câmara Municipal de Sousa. De acordo com o advogado Jonhson Abrantes, que realiza a defesa dos vereadores envolvidos no processo, a audiência contou com 13 testemunhas, que começou às 9h e acabou às 15h.  

Segundo o promotor Leonardo Quintas, os vereadores e servidores da Câmara estariam envolvidos em um esquema de desvio de verbas públicas destinadas a cargos de assessor de vereador. 

“No final da audiência, o promotor pediu que fosse renovado o afastamento dos vereadores, porém, os advogados de defesa dos réus, contestaram o argumento do promotor, relatando que havia um equivoco na decisão judicial anterior que pedia o afastamento dos parlamentares até o final do julgamento. O juiz não acatou a recomendação da promotoria e logo em seguida determinou o retorno dos vereadores à Câmara Municipal de Sousa”, disse Johnson.

Com o retorno de Júnior de Nedimar e Eduardo Medeiros, os suplentes Adilmar de Sá Gadelha, mais conhecido como Cacá Gadelha (PSD) e Jucélio Marques deixarão seus trabalhos na Casa Otacílio Gomes de Sá.


                                        Leonardo Quintans, Promotor de Justiça do Ministério Público Estadual (Foto: DS)

MP vai recorrer
O processo será devolvido ao Ministério Público que tem 20 dias para apresentar as alegações finais. “houve a decisão em audiência pelo retorno dos vereadores, mas nós discordamos e vamos apresentar recurso junto ao Tribunal de Justiça da Paraíba para pedir afastamento dos réus", disse Leonardo Quintans.

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