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Enfermeira de Patos faz revelação sobre criança de Cajazeiras que morreu suspeita de H1N1. VÍDEO!

Romário acompanhou o caso e na sua opinião, os profissionais do HUJB fizeram o que podia ser feito para salvar o menino

Por Jocivan Pinheiro

10/05/2016 às 17h11 • atualizado em 11/05/2016 às 08h00

O jovem Romário Bernardo, amigo dos pais do garoto Jadderson Carlos Silva Lira, de 4 anos de idade, que faleceu nesta segunda-feira (9) no Hospital Infantil de Patos-PB, afastou a hipótese levantada por parte da imprensa de Cajazeiras de que teria havido negligência no Hospital Universitário Júlio Bandeira (HUJB), onde a criança foi atendida pela primeira vez e depois transferida.

Romário Bernardo, amigo da família

Romário Bernardo, amigo da família

Romário acompanhou o caso desde o começo e na sua opinião, os profissionais do HUJB fizeram o que podia ser feito para salvar o menino, até que perceberam a necessidade de transferi-lo para um hospital com mais recursos.

“Do meu ponto de vista, que acompanhei junto com a família a luta pela vida dessa criança, o hospital infantil [HUJB] fez a parte dele, não teve negligência, não faltou atendimento”, diz o jovem.

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O menino deu entrada no HUJB no sábado à tarde com forte insuficiência respiratória, febre alta e dor de cabeça, e isso levantou a suspeita de H1N1. Ele foi examinado, medicado e num primeiro momento reagiu bem, mas depois seu quadro piorou bruscamente, sendo necessário transferi-lo para o Hospital Infantil de Patos.

Diagnóstico
Em contato com o Hospital Infantil de Patos, fomos informados pela enfermeira Luíza Sátiro de que a família do garoto optou por não enviar o corpo para o Serviço de Vigilância de Óbito (SVO) onde seriam realizados os exames que confirmariam a causa da morte. Por isso, fica apenas a suspeita de que era H1N1, mas sem confirmação.

A enfermeira explicou também que o menino não chegou entubado, e que mesmo recebendo todo o acompanhamento clínico necessário, o quadro de saúde piorava “assustadoramente”, por isso era muito arriscado transferi-lo para uma unidade hospitalar mais avançada sem antes, pelo menos, estabilizar a situação.

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