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Grávidas devem ou não tomar vacina contra febre amarela? Veja dicas para quem mora nos locais de risco

Tomar ou não a vacina contra a febre amarela durante a gestação é uma escolha que deve ser avaliada

Por Redação Diário

31/01/2017 às 15h48 • atualizado em 31/01/2017 às 17h00

O recente surto de febre amarela no estado de Minas Gerais fez com que as mulheres que estão grávidas nesse cenário sejam alertadas sobre os fatores de riscos. A doença, assim como o zika vírus pode ser transmitida pela picada do mosquito, porém não está relacionada com possíveis problemas na formação do feto.

Tomar ou não a vacina contra a febre amarela durante a gestação é uma escolha que deve ser avaliada junto ao médico obstetra, sobretudo as gestantes que moram nas regiões mais afetadas. Uma medida preventiva no caso das gestantes é evitar viagens e passeios para as regiões endêmicas, nesse caso não haverá necessidade de vacinação.

A vacina preventiva é composta por um vírus vivo, o que pode causar reação e mal-estar. Mulheres que moram nas regiões afetadas ou que precisam viajar com urgência para esses locais devem consultar o médico para avaliar os riscos e benefícios da imunização no período.

A febre amarela é uma doença considerada grave, sendo que 20% das pessoas apresentam sintomas severos, como febre alta, sangramentos, icterícia, podendo até mesmo levar ao óbito. Leia também: Surto de febre amarela cresce e já passa de cem casos no país.

Prevenção contra febre amarela para gestantes:
• Evitar viagens para áreas de alto risco, como: Minas Gerais e regiões: Governador Valadares, Manhumirim e Teófilo Otoni;
• Caso resida nas regiões afetadas ou a viagem seja obrigatória consulte o médico para que ele avalie os riscos e benefícios da vacina;
• Mulheres que residem ou vão viajar para as regiões endêmicas e desejam engravidar, é indicado esperar pelo menos um mês após a vacina, para tentar uma possível gravidez;
• Repelentes e roupas de manga longa, como calças e blusas é também uma forma preventiva contra o mosquito. Telas nas janelas impedem a entrada dos insetos e contaminação;
• Bebês que moram em áreas de risco devem tomar a vacina a partir dos seis meses de idade. Em locais com pouca ou nenhuma incidência da doença a imunização é feita a partir do nono mês.

A vacinação na gravidez é de suma importância para a saúde da mãe e do bebê. O portal especialista em saúde infantil e maternidade, Trocando Fraldas (aqui), explica que as vacinas fundamentais no período gestacional possuem anticorpos inativos (mortos) e não oferecem riscos para saúde da mãe e do bebê. Todavia, a vacina contra a febre amarela tem a presença de vírus vivos, o que merece cautela, avaliação do médico obstetra e também do infectologista.

Vacina contra a febre amarela
A imunização produzida pelo Bio-Manguinhos/Fiocruz é distribuída gratuitamente nos postos de saúde durante todo o ano. A proteção deve ser tomada até dez dias antes da viagem para locais endêmicos. Alguns efeitos colaterais são comuns, como: febre, dor muscular e dor de cabeça. É importante salientar que a imunidade da vacina contra febre amarela dura até dez anos, sendo necessária uma nova dosagem após esse período.

Juliana Rodrigues

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