header top bar

section content

Representantes do LGBT se mostram indignados com denúncia contra vereador que tachou movimento de quadrilha de pedófilos

Segundo Joyce Montinelly, a acusação contra o vereador foi pessoal, porém, o movimento foi atingido e isso. VEJA VÍDEO!

Por Luzia de Sousa

06/05/2016 às 17h46 • atualizado em 10/05/2016 às 10h35

Membros de grupo LGBT da cidade de Cajazeiras, em entrevista ao vivo a TV Diário do Sertão, nesta sexta-feira (6), para dá explicações sobre a denúncia de aliciamento de menor por parte do vereador Jucinério Félix (PPS), além de acusá-lo de usuário de drogas. A denúncia também cita o movimento como “quadrilha de pedófilos”.

Veja também

Vereador nega denúncia de ‘Pedofilia’, revela que documento divulgado não existe no Conselho Tutelar e afirma que vai procurar Delegacia e Justiça

Presidente do PPS nega intervenção e revela nome de possível vice em Cajazeiras. OUÇA!

PPS realiza congressos regionais em Pombal, Sousa e Cajazeiras

Joyce Montinelly, que representa o movimento de Cajazeiras nacionalmente explicou que iniciou no movimento com 12 anos de idade e o grupo se reúne pelo menos a cada 15 dias para discutir as políticas públicas LGBT. “A gente foi vítima de uma denúncia contra Jucinério Félix, que nessa acusação contra ele, acusaram que dizia para não ter mais esse grupo de pessoa LGBT”.

Makako e Joyce em entrevista a TV Diário do Sertão

Makako e Joyce em entrevista ao Diário do Sertão

Ela destacou a atuação positiva do vereador junto ao movimento, inclusive com apresentação de quatro projetos para a população LGBT, mas lamentou o fato, pois o grupo teria sido acusado em denúncia pessoal de Jucinério Félix.

Segundo Joyce Montinelly, a acusação contra o vereador foi pessoal, porém, o movimento foi atingido e isso tornou a denúncia mais grave porque são várias pessoas que participam. “A gente se reuniu para se solidarizar com Jucinério e tomar decisões sobre o assunto”, disse ela, informando que vai procurar o Ministério Público para pedir providências.

O ativista Adriano Pereira (Makako) informou que o movimento se reuniu e discutiu o assunto, mas para ele, a denúncia incita a violência. “Estamos no país que mais se mata travesti no Plane ta Terra. A acusação é violenta, é cruel, é intencional”, compartilhou ele.

Para Adriano a denúncia teve o caráter de descredibilizar o movimento e toda uma história de luta. “O LGBT de Cajazeiras é conhecido nacionalmente. Desde 1980 a gente tem formações políticas em Cajazeiras”.

Ele disse também que acusações são “errôneas e infames” contra o movimento.

DIÁRIO DO SERTÃO

CALDEIRÃO POLÍTICO

VÍDEO: Aliado releva que dois vereadores de oposição estão rasgando elogios ao prefeito Airton Pires

DIÁRIO ESPORTIVO

Diário Esportivo recebe o professor Sérgio Cunha divulgando o IV Open paraibano de Karatê; Confira!

CASA NOVA

Locutor esportivo troca de emissora de rádio em Cajazeiras e revela mágoa: “Tomei uma pancada violenta”

NOVIDADES

VÍDEO: Novo padre da Paróquia São João Bosco confirma que pretende revitalizar a Praça Camilo de Holanda