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Prefeito desmente notícia veiculada em site sobre paralisação de obra

A nota diz que um veículo da imprensa deve ouvir as duas partes de um fato. A prefeitura acusa ainda o vereador que fez as “falsas denúncias”.

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19/10/2011 às 16h00

A Prefeitura Municipal da cidade de Carrapateira emitiu uma nota de esclarecimentos nesta terça-feira (18) onde são explicadas algumas notícias publicadas no site “Radar Sertanejo” que, segundo a nota são inverídicas.

Trata-se da notícia publicada com o título: “Aterro sanitário é paralisado e lixão queima a céu abeto: Construção de aterro sanitário em Carrapateira paralisa e vereador denuncia descaso”. De acordo com a nota emitida, as obras do aterro sanitário não foram paralisadas e a demora na conclusão deve-se ao fato de que a FUNASA (Fundo Nacional de Saúde), ao financiar a construção de um aterro sanitário quer que se sigam as orientação técnicas contidas em seus manuais de orientações.

Em nota, o prefeito municipal, José Ardison Pereira (PR) deixou clara a reclamação de que o site “Radar Sertanejo” não escuta os dois lados da notícia. Segundo ele, o vereador que deu as falsas informações, o fez por queixas políticas e porque só trabalha em prol do seu próprio interesse.

Veja nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Nota de esclarecimento da Prefeitura Municipal de Carrapateira a todos (as) que faz a verdadeira Imprensa paraibana

Ilustríssimos (as) Senhoras e Senhores,

A Prefeitura Municipal de Carrapateira/PB vem a público esclarecer algumas inverdades publicadas pelo site: http://www.radarsertanejo.com neste dia 17 de outubro de 2011.
Antes de mais nada, um órgão de comunicação para estar comprometido com a verdade, deve ouvir as duas partes de um fato que chame a atenção pública, não somente um dos lados e, por si só, concluir que a informação estar completa e é portadora da “verdade absoluto”.

Pois bem, a matéria intitulada: “Aterro sanitário é paralisado e lixão queima a céu abeto: Construção de aterro sanitário em Carrapateira paralisa e vereador denuncia descaso (Redação, do Radar Sertanejo), traz no seu conteúdo fatos inverídicos que, precisam serem corrigidos, a começar pelo título.

Não é verdade que a obra está paralisada; para tão afirmação, o Ilustríssimo Senhor Vereador citado como informante da matéria, deveria ter tido o cuidado de averiguar o cronograma da obra que faz parte do seu projeto de execução, onde a prefeitura e a FUNASA tem cópias. A mesma justificativa serve para as melhorias sanitárias citadas pela mesma reportagem; leiam os planos de ações, vejam o cronograma, estudem o convênio e suas clausulas, procurem os órgãos que realmente forneceram informações verdadeiras para que, assim, a população Paraibana seja verdadeiramente informada, não apenas com as “queixas políticas” de alguns parlamentares municipais, que estão “vestindo a camisa da luta pela população” em prol do seu próprio interesse.

Não entendemos como, ainda em pleno século XXI, pessoas usem da falta de conhecimento do povo mais humilde – “O descaso com a obra vem preocupando moradores da cidade (Radar Sertanejo), para se passarem por trabalhadores do bem comum; usando de falsas afirmações, apoiados por meios de comunicação que não estão preocupados com a ética e nem com a verdade, onde o objetivo real destes é o de atingirem cargos políticos mais elevados custe o que custar.

Sobre a questão do lixo ainda estar exposto, ou sendo queimado. O Ilustre vereador, juntamente que o senhor repórter construtor da matéria deveria procurar saber que para se construir um aterro até o momento de seu uso definitivo temos que inicialmente entender que no processo de decomposição dos resíduos sólidos, ocorre a liberação de gases e líquidos (chorume ou percolado) muito poluentes, o que leva ao projeto do aterro uma exigência de cuidados com a impermeabilização do solo, a implantação de sistemas de drenagem eficazes, entre outros, evitando uma possível contaminação da água, do solo e do ar. Não é simplesmente cavar e colocar lixo dentro tapar e pronto. Se assim fosse seria muito prático. Veja o exemplo do que estar ocorrendo em São Paulo onde a Justiça mandou a Prefeitura de São Paulo interditar “imediatamente” o conjunto habitacional Cingapura, que fica na avenida Zaki Narchi, vizinho ao shopping Center Norte, sob pena de multa diária de R$ 100 mil; devido a riscos de explosão no local por conta da concentração de gás metano no solo; exatamente porque essa área já foi um lixão durante 20 anos.
Portanto, para que o povo fique verdadeiramente esclarecido, a FUNASA, ao financiar a construção de um aterro sanitário quer que se sigam as orientação técnicas contidas em seus manuais de orientações, para tais fins, o povo e também o nobre vereador, juntamente com o repórter podem acessar a o sítio da FUNASA que disponibiliza de todas as normas e regulamentos para a boa execução dos convênios. Assim, quem sabe, entenderão melhor como acontecem os projetos conveniados entre as prefeituras e este órgão federal.

Finalizando queremos fazer uso das palavras de Thomas Lye – “O homem que está muito ocupado em censurar os outros está sempre pouco ocupado em examinar a si próprio.”

Sem mais nada para o momento, finalizamos com renovados votos a todos que realmente fazem uso da ética e da verdade na sua luta diária.

Atenciosamente,

JOSÉ ARDISON PEREIRA
Prefeito Municipal

DIÁRIO DO SERTÃO
 

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