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Após assumir igreja, padre demite três funcionários: “Covardia o que fizeram”, diz ex-sacristão

O padre Cláudio Praxedes, e ele afirmou que as demissões feitas foram para enxugar a folha de pagamento da igreja.

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

05/01/2018 às 10h44 • atualizado em 05/01/2018 às 11h51

O padre Cláudio Praxedes que está há dois meses à frente da Igreja do Bom Jesus Aparecido de Sousa e causou polêmica após demitir três funcionários da paróquia, entre eles o ex-sacristão Carlos Henrique Moreira da Silva.

Em entrevista ao Diário do Sertão, o jovem Carlos Henrique afirmou que exerceu a função de sacristão por 11 anos na paróquia, mas, o padre Cláudio ao chegar resolveu lhe afastar da função sem nenhum aviso prévio.

“Não explicaram a razão dessa demissão, isso foi um boicote, covardia. Derrubaram o sacristão, mas não derrubaram a personalidade de Carlos Henrique, pois, estou com a cabeça erguida”, disse Carlos Henrique.

Outro lado
A reportagem do Diário do Sertão entrou em contato por telefone com o padre Cláudio Praxedes, e ele afirmou que as demissões feitas foram para enxugar a folha de pagamento da igreja.

Padre Paulo Praxedes

“São procedimentos normais, estamos fazendo tudo de acordo com a lei, não tem nada irregular, nosso intuito é enxugar a folha de pagamento e vamos pagar os direitos os funcionários. Não precisa tá agindo dessa maneira por conta de uma simples demissão”, disse o padre.

DIÁRIO DO SERTÃO

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