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Evangélica é capa da Playboy e justifica: Profissão e religião são áreas diferentes

A paulistana Aline Franzoi, 21 anos, é a capa deste mês da revista Playboy. Ela ficou conhecida como uma das primeiras “ring girl” do Brasil, nome das meninas que erguem as plaquinhas nos intervalos das lutas do UFC. Curiosamente, o material de divulgação anuncia que a modelo, estudante de direito e ex-garota do octógono é […]

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10/09/2013 às 10h16

A paulistana Aline Franzoi, 21 anos, é a capa deste mês da revista Playboy. Ela ficou conhecida como uma das primeiras “ring girl” do Brasil, nome das meninas que erguem as plaquinhas nos intervalos das lutas do UFC.

Curiosamente, o material de divulgação anuncia que a modelo, estudante de direito e ex-garota do octógono é “a primeira evangélica a posar nua” para a versão brasileira da Playboy. Aline congrega na Assembleia de Deus, denominação conhecida durante muito tempo por sua rigidez em relação à vestimenta e ao corte de cabelo das mulheres.

Modelo há seis anos, Aline usou seu perfil no Facebook para se justificar, sabendo que será criticada pelos evangélicos: “Para a questão RELIGIÃO que saíram em manchetes dizendo “Evangélica”, esta será a primeira e única vez que falarei, somente para que entendam. Em nenhum momento fiquei enfatizando minha religião em trabalhos e nunca quis vincular informações desta maneira, pois são áreas diferentes!”, escreveu.

Em entrevista ao jornal Extra, declarou: “Estou bem segura e feliz quanto ao resultado das fotos… Meus familiares e namorado adoraram! Estamos superfelizes”. A “temática” do ensaio que chega às bancas nesta terça-feira é justamente o MMA.

Ela já havia posado para a revista VIP este ano e anunciou que nunca posaria nua. Em entrevista ao UOL, declarou “Sou evangélica e uso meu Facebook para dizer o quanto Deus foi e é poderoso em minha vida. E, afinal, o que tem de errado? É muito relativo o que é certo e errado, concilio não só essa nova carreira, como a carreira de modelo também, pois, na minha concepção, Deus olha o nosso coração e a nossa intenção”.

“Ninguém consegue derrotar aquele que DEUS escolheu pra vencer!”, escreveu ela neste domingo em seu perfil no Facebook, após anunciar que está “super satisfeita” com as fotos.

Com mais de 1,2 milhão de exemplares, a campeã de vendas da história da “Playboy” no Brasil é Joana Prado, que vivia na TV a personagem Feiticeira. Após se casar com o lutador de MMA, Vitor Belfort, Joana tornou-se evangélica. Outras ex-coelhinhas também se converteram após terem posado para a revista e, de maneira quase unanime, apontam esse fato como um grande arrependimento.Com informações Extra e Folha de SP.

Questionada sobre sua religião, a modelo minimizou as polêmicas: “Eu lido com o [lado] profissional, entendeu? A minha religião, o que eu acredito, o que eu sou, isso só diz respeito a mim. Ninguém tem nada a ver, entendeu? O trabalho ficou bem legal e justamente por ser outra visão, eu aceitei”.

“Meus pais me apoiaram, meu namorado… Eu to feliz comigo mesma. Eu sou uma pessoa bem segura”, complementou Aline Franzoi.

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