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Varejo paraibano cresce 12,8% em setembro, revela IBGE

No acumulado de janeiro a setembro, a Paraíba já apresenta alta de 3,4% sobre o mesmo período do ano passado

Por Secom-PB

11/11/2020 às 17h48

Foto: meramente ilustrativa

Com o terceiro mês consecutivo de expansão, as vendas do varejo paraibano registraram crescimento de 12,8% em setembro sobre o mesmo período do ano passado, segundo Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o terceiro mês seguido de alta acima de dois dígitos. Os meses de julho (11,6%) e de agosto (16,1%) tiveram também forte crescimento.

O índice da Paraíba em setembro foi novamente acima da média nacional (7,3%). No acumulado de janeiro a setembro, a Paraíba não apenas zerou as perdas das vendas do comércio, como fez o País, mas já apresenta alta de 3,4% sobre o mesmo período do ano passado.

O cenário do comércio varejista ampliado da Paraíba, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou também alta pelo terceiro mês consecutivo sobre o ano anterior. Em setembro, o índice foi de 8,2% sobre o ano passado, acima também da média nacional (7,4%). Nos meses de julho (8,8%) e agosto (8,8%), as taxas de crescimento foram iguais.

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Cenário Nacional – Frente a setembro de 2019, houve resultados positivos em todas as 27 Unidades da Federação, os maiores foram Piauí (23,9%), Maranhão (21,6%); Acre (19,9%); Rondônia (18,3%), Pará (17,2%); Amapá (16,7%); Espírito Santo (13,5%); Amazonas (13,4%) e Paraíba (12,8%).

Em setembro, o volume de vendas no varejo no País subiu 0,6% em relação a agosto e segue trajetória ascendente desde maio de 2020, após o momento de maior queda devido à pandemia de Covid-19. Chama a atenção a recuperação de alguns setores que, nos meses anteriores acumulavam perdas, como Veículos, motos, partes e peças e Tecidos, vestuário e calçados.

“Trata-se de uma diminuição do ritmo de crescimento nos volumes do varejo nacional. A desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas. A desaceleração é como se a série estivesse voltando à normalidade”, avaliou o gerente da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), Cristiano Santos.

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