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Três municípios cearenses lideram ranking nacional em qualidade de oportunidades educacionais

As cidades lideram o levantamento que analisa as oportunidades de educação oferecidas para crianças e adolescentes nos municípios brasileiros

Por Diário do Nordeste

01/12/2019 às 12h49 • atualizado em 01/12/2019 às 12h54

Sobral é primeiro lugar do Brasil no Índice de Oportunidades da Educação Brasileira pelo terceiro ano seguido.

Os três municípios brasileiros com maiores notas no Índice de Oportunidades da Educação Brasileira (IOEB), deste ano, são cearenses. Sobral (com nota 6,6, em uma escala que varia de zero a 10), na região Norte, pelo terceiro ano consecutivo ocupa a primeira posição. Além dele, Jijoca de Jericoacoara (6,2), no Litoral oeste, e Milhã (6,1), município do Sertão cearense, se destacam nas primeiras colocações. A nota média nacional entre os 4.909 municípios analisados é de 4.7 pontos.

Além dos três primeiros colocados, outros 10 cearenses ocupam as 20 primeiras colocações no ranking. As cidades de Coreaú e Nova Olinda se destacam nacionalmente, empatadas na quinta colocação, com nota 6. Forquilha, na Região Metropolitana de Sobral, figura em 8º lugar, com 5,9 pontos, e os municípios de Penaforte, Catunda, Ararendá, Brejo Santo, Deputado Irapuan Pinheiro, Eusébio e Itatira dividem a 11ª posição – todos com 5,8.

Referência Nacional

O Ceará ainda se destaca como o 4º Estado do Brasil e primeiro do Nordeste com mais equidade nas chances (relação dos 10% com os melhores resultados com os 10% com resultados mais baixos). A média cearense é de 4,3, isto é, abaixo do índice nacional, o que sugere que o Estado ainda têm cidades a avançar. A relação foi feita com o objetivo de comparar os grupos que estão no topo da lista com os que estão nas últimas colocações. Destaque cearense na educação, Sobral cresceu 0,5 pontos de 2015, primeiro ano da pesquisa, até 2019.

Índice de Oportunidades da Educação Brasileira

O indicador analisa as oportunidades de educação oferecidas para crianças e adolescentes nos municípios brasileiros. A principal diferença do levantamento é não considerar apenas o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que resulta da aprendizagem divulgada a cada dois anos pelo governo federal. Assim, o índice é formado a partir da relação entre o desempenho escolar dos alunos e as oportunidades educacionais promovidas pelo município.

Desenvolvido em 2015 por Reynaldo Fernandes e Fabiana de Felicio, dois ex-funcionários do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o IOEB engloba a Educação Infantil e ensinos Fundamental e Médio de cada cidade nas redes estadual, municipal e privada. Ele inclui, ainda, quem deveria estar na escola e não está. A pesquisa também identifica quanto cada cidade ou estado investe no sucesso educacional.

O objetivo do levantamento é propiciar aos gestores as ferramentas para que os governos federal, estadual e municipal trabalhem de forma integrada para melhorar o atendimento educacional aos moradores em idade escolar.

DIÁRIO DO NORDESTE

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