header top bar

section content

Páscoa: 18,7 mil vagas de emprego no setor de chocolate

O período de atuação desses profissionais admitidos começa ao longo de março e segue até o domingo de Páscoa

Por Notícia ao Minuto

26/02/2018 às 07h59

Empregos temporários no Brasil

A Páscoa se aproxima e o mercado de chocolate começou a temporada de contratações temporárias para alavancar as vendas. Quatro das maiores empresas estão com vagas em aberto em lojas e pontos de venda: Nestlé, Cacau Show, Grupo CRM (Brasil Cacau e Kopenhagen) e Mondeléz Brasil.

No total, são cerca de 18,7 mil oportunidades de emprego no país.

O Correio da Bahia destaca que o período de atuação desses profissionais admitidos começa ao longo de março e segue até o domingo de Páscoa.

Entre os pré-requisitos para as vagas estão ter cursado ensino médio e ser maior de 18 anos.

Mondeléz Brasil: os interessados em se candidatar as vagas para Animadores de Páscoa, devem buscar as páginas de internet/Facebook da agência para obter mais informações. Os interessados em se candidatar à vagas de Troca de Brindes, devem se cadastrar no site.

Nestlé: as vagas são para o cargo de impulsionador.

Cacau Show: para se candidatar, os interessados nas vagas de vendedores e atendentes devem apresentar o currículo nas lojas mais próximas de sua residência.

Grupo CRM (Brasil Cacau e Kopenhagen): os interessados podem se inscrever no sites das agências Fênix, EJ, Sertec, Luandre e Global.

Notícia ao Minuto

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/543255/pascoa-18-7-mil-vagas-de-emprego-no-setor-de-chocolate

Tags:
QUARTO EPISÓDIO

Em homenagem ao Dia das Crianças, programa Coisas de Cajazeiras entrevistou uma turma esperta e antenada

EMOÇÃO E REVOLTA

VÍDEO: Após um ano e três meses, Victória Albuquerque é sepultada sob lágrimas e protestos em Cajazeiras

CRISE?

VÍDEO: Empresário afirma que tem vagas de emprego em Cajazeiras, mas faltam profissionais capacitados

DIRETO AO PONTO

Eleitos em Cajazeiras devem se comprometer com aeródromo, estrada de Boqueirão e hospital, diz colunista