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Especialista conta com que frequência casais devem fazer sexo

A coach em relacionamentos Cátia Damasceno fala sobre a importância do sexo para um casamento feliz

Por Luzia de Sousa

03/06/2016 às 06h44

Segundo especialista, quem tem um corpo privado de sexo vai procurar prazer em outras áreas

“O sexo é o que diferencia um casal de uma amizade comum”. É com esta frase que a fisioterapeuta especialista em uroginecologia Cátia Damasceno inicia sua explicação sobre a importância do sexo no casamento. Ela, que também é criadora do Programa Mulheres Bem Resolvidas, conta que é pelo sexo que se mede a temperatura de um relacionamento.

Segundo Cátia, um dos principais erros que um casal pode cometer é não conversar sobre sexo. “Converse sobre o que você gosta e o que você não gosta, e nunca se deixe omitir quando o companheiro ou a companheira fizer algo do qual que você não gosta”, alerta. A especialista também ensina que a rotina é outra inimiga da vida a dois.

“Fazer sempre o mesmo tipo de sexo e deixar o relacionamento naquela ‘lenga-lenga’ é uma das piores coisas de um casamento”, destaca. Segundo Cátia, isso também não significa que toda relação sexual deva ser acompanhada de uma novidade. “Ninguém tem tanta criatividade assim, mas é importante que pelo menos uma vez por mês o casal procure um lugar diferente, uma lingerie diferente, uma atividade ou brinquedinho diferente”, ousa a especialista. Buscar uma novidade em todos os momentos acaba transformando em uma obrigação rotineira, o que também não é bem-vindo.

TODO DIA?

Para Cátia, não existe uma regra para a frequência com que um casal deve fazer sexo. “No Brasil, a última pesquisa feita indica que os casais transam de duas a três vezes por semana, mas o mais importante é que essa frequência seja um comum acordo do casal”, explica a especialista, que reforça a importância de que os dois estejam satisfeitos. “Por isso é importante que o casal converse sobre isso de maneira franca”, conta.

Por fim, a coach destaca que uma rotina saudável em relação ao sexo inclui alguns momentos de intimidade que não necessariamente precisam incluir penetração: toques, carinhos e momentos íntimos também contribuem com a vida sexual. A especialista alerta, no entanto, que é necessária alguma frequência razoável. “Fazer sexo só uma vez por ano também não dá certo”, conclui.

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