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Preconceito por ser mulher é uma das maiores dificuldades que as “Musas Fitness” enfrentam

Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, relata como seu caminho para o sucesso foi cheio de desafios.

Por Priscila Belmont

06/08/2017 às 08h22

A atleta profissional WBFF, blogueira, escritora, empreendedora e coach também explica o que é preciso para ser "Musa Fitness"

A maioria das “Musas Fitness” relatam que o preconceito por ser mulher é uma das maiores dificuldades que elas enfrentam no universo das atividades físicas.

Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de “Executiva Sarada” por seu corpo impecável, relata como seu caminho para o sucesso foi cheio de desafios: “Com certeza a maior dificuldade de todas foi o preconceito que enfrentei por ser mulher, como atleta de um esporte pouco reconhecido e cheio de prejulgamentos. Ter escolhido seguir uma vida pública, ser atleta profissional e inspirar pessoas num momento que eu estava com uma carreira executiva madura foi um choque para muita gente”.

A atleta profissional WBFF, blogueira, escritora, empreendedora e coach também explica o que é preciso para ser “Musa Fitness”: “Ser uma musa, como a própria definição deste substantivo, é ser fonte de inspiração, e fitness estar em boa forma. Quando sou chamada de musa fitness eu me orgulho muito, pelo reconhecimento do meu trabalho com meu físico, como atleta profissional, mas, acima de tudo, por ser considerada uma inspiração. Para ser musa fitness é fundamental cuidar do corpo, da saúde física e mental e da qualidade de vida”.

“Antes de 2016 eu era uma pessoa que gostava de esporte, gostava de treinar, fazia dieta. O que precisei mudar quando decidi competir a primeira vez em junho de 2016, evento que aconteceu em Orlando, nos EUA, foi trabalhar com afinco minha dieta, equilibrar meu corpo, trabalhar para ter maturidade e densidade muscular. Isso eu sabia que na primeira competição não viria, mas que depois poderia ir conquistando a cada competição. O que me motivou também foi o sonho. Coloquei uma meta para mim e me comprometi totalmente. Não poderia me decepcionar. Percebi que estava com 34 anos e algumas coisas que queria realizar deixei para trás. Pensei comigo: ‘Cara, é agora, não depois’. Foi essa a parte que me motivou muito. E queria muito mudar meu corpo também. Na primeira competição adorei tudo, achei delicioso, por isso decidi competir novamente seis meses depois, em dezembro. Dessa vez coloquei como objetivo ganhar. Queria ter a sensação de receber o prêmio”, lembra a morena de 35 anos.

MF Press Global

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