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8 coisas sobre sexo que ninguém te conta, mas você precisa saber o quanto antes

Saber que dor e sexo não combinam, que o hímen não é um bicho de sete cabeças e que o lubrificante pode ser o salvador da pátria é importante principalmente para mulheres que estão iniciando a vida sexual

Por IG

29/03/2018 às 10h31

Saber que dor e sexo não combinam e que o lubrificante pode ajudar é importante principalmente para mulheres jovens

Em comparação com décadas passadas, as pessoas estão cada vez mais confortáveis em discutir questões relacionadas a sexo. Porém, ainda assim, há um longo caminho a se percorrer, principalmente quanto à sexualidade feminina. Enquanto meninos descobrem o corpo com naturalidade conforme vão crescendo, as mulheres são reprimidas e afastadas do assunto, fazendo com que muitas cresçam com dúvidas, além de vergonha de esclarecê-las .

Não conversar sobre sexo e até temê-lo, porém, pode trazer consequências ruins para a vida sexual; de acordo com a ginecologista Livia Daia, muitas mulheres sofrem caladas com problemas que, na realidade, têm solução.

É claro que esse ato é algo bem particular para cada pessoa e há coisas que só se entende experimentando, mas há outras bem básicas sobre as quais ninguém costuma avisar as mulheres (e que, diga-se de passagem, poderiam evitar muita angústia). Confira oito delas:

1. Sentir dor na relação nunca é normal
Antes mesmo de as mulheres terem a primeira experiência sexual, a ideia do sexo já está ligada à dor, afinal, que atire a primeira pedra quem nunca ouviu que perder a virgindade é algo doloroso, certo? Bom, além de isso não ser necessariamente verdade, Livia afirma que a “normalização” da dor durante a relação sexual segue acompanhando muitas mulheres ao longo da vida sexual. No entanto, se você passa por isso, saiba que não precisa viver assim.

De acordo com a ginecologista, a maior parte das mulheres que se queixam de ardência no canal vaginal durante a penetração tem um problema simples: falta de lubrificação. Ela explica que a própria vagina produz essa lubrificação quando a mulher está excitada, mas questões emocionais, a menopausa e até algumas doenças podem fazer com que o canal não fique hidratado o suficiente, causando o incômodo no momento da penetração.

As mulheres são reprimidas e afastadas do assunto, fazendo com que muitas cresçam com dúvidas, além de vergonha de esclarecê-las .

Além disso, também há a possibilidade de a mulher ter um distúrbio como o vaginismo, condição que faz os músculos pélvicos se contraírem involuntariamente, impedindo o ato sexual de acontecer. Porém, há soluções para qualquer um desses casos. No caso da mulher cujos músculos impedem a penetração, o ideal é procurar um médico e apostar em tratamentos que envolvem a fisioterapia íntima e “ensinam” a vagina a relaxar. Os casos de quem sofre com ressecamento vaginal nos levam para o próximo tópico:

2. Lubrificante não é dispensável
Quando se fala em relações sexuais, muita gente pensa em preservativos, lingeries sedutoras e até brinquedos eróticos, deixando o lubrificante íntimo para escanteio. Independente do motivo pelo qual a mulher sofre de ressecamento vaginal – e até mesmo para as que não sofrem –, utilizar um lubrificante à base de água pode tornar as coisas muito mais confortáveis.

Ah, e não é só para a penetração! Esse cosmético íntimo pode ser utilizado durante a masturbação (afinal, se tocar “a seco” pode ser bem desconfortável) e até para tocar o parceiro ou parceira durante as preliminares. Segundo a sexóloga Carla Cecarello, do site “C-Date”porém, algumas mulheres têm pouca lubrificação porque não estão excitadas o suficiente, o que nos leva a mais um importante tópico:

3. Não subestime as preliminares
Engana-se quem pensa que essa troca de carícias antes da penetração é algo dispensável. Enquanto os homens se excitam rapidamente, a mulher passa por um processo mais longo que envolve não apenas estímulos físicos, mas relaxamento e tranquilidade. É nesse momento que, aos poucos, a vagina se lubrifica e, com preliminares curtas ou inadequadas, a relação sexual pode ser desconfortável.

De acordo com a sexóloca Carla Cecarello, é importante que, nesse momento, a mulher “guie” o parceiro ou parceira para mostrar quais toques e movimentos ela mais gosta . Também é importante não tratar as preliminares como algo “extra”, já que:

4. A penetração não precisa ser o ponto principal do sexo
De acordo com um estudo publicado no ano passado no periódico “Archives of Sexual Behaviour”, o conjunto de práticas que mais levam as mulheres ao orgasmo inclui beijos profundos, sexo oral e estimulação genital, mas não a penetração. Apesar de os homens sentirem muito prazer com ela, a penetração não é algo satisfatório para muitas mulheres – e nem precisa ser.

Apostar em posições que ajudam a estimular o clitóris ou outras zonas erógenas da mulher é uma saída para complementar a penetração e fazê-la sentir mais prazer, mas, levando em consideração que o sexo exige consenso em qualquer situação, é, se você não gosta ou não se sente bem fazendo, não faça. O “ponto principal” do sexo varia de pessoa para pessoa, e ele não precisa ser a penetração; de acordo com especialistas, é, sim, possível fazer sexo de forma prazerosa sem ela , focando em outras práticas capazes de satisfazer tanto o homem quanto a mulher.

5. Sem vontade de transar? A “culpa” pode não ser sua
De acordo com o endocrinologista Danilo Höfling, cerca de 10% das mulheres sofre do chamado transtorno da excitação sexual feminina , distúrbio caracterizado pela diminuição ou ausência da libido por um período de ao menos seis meses e acompanhado de um desconforto com essa situação. O médico explica que, em alguns casos, o problema é físico, podendo ser causado, por exemplo, pela menopausa ou pelo uso de certos medicamentos, como antidepressivos, ansiolíticos e até a pílula anticoncepcional.

O “ponto principal” do sexo varia de pessoa para pessoa, e ele não precisa ser a penetração

Há, porém, outras causas para problemas que envolvem a queda no desejo sexual; de acordo com Carla, a baixa na libido em mulheres mais jovens normalmente é desencadeada por questões psicológicas. Por falta de informação e conhecimento sobre o próprio corpo, não é comum que mulheres “aceitem” aquilo que o parceiro gosta de fazer durante o sexo, mesmo se sentindo desconfortável.

Experiências ruins relacionadas ao sexo – como sentir dor na relação ou ter o próprio prazer negligenciado pelo parceiro ou parceira – ou decepções amorosas passadas, por exemplo, podem desencadear um desânimo nessa área da vida. Em casos assim, Carla explica que é necessário, além de ter uma conversa franca com o parceiro ou parceira, é necessário procurar a ajuda de um especialista para entender o que exatamente está motivando o problema e como resolvê-lo.

6. O hímen não é tudo isso
Ao contrário do que muita gente pensa, o hímen não é uma membrana que forma um “tampão” no canal vaginal e, quando rompido, provoca a dor da qual muitas mulheres se queixam durante a primeira vez. Ele pode ter diversos formatos e se romper em situações que não tem nada a ver com uma relação sexual sem que a mulher tenha noção disso. De acordo com Livia, porém, ele não é a principal causa de dor no momento em que a mulher tem a primeira relação sexual .

Além da falta de lubrificação, que pode gerar ardência devido ao atrito entre o pênis e o canal vaginal, Livia explica que o nível de nervoso ou tranquilidade da mulher influencia muito nesse fator. “A tensão da mulher na hora da relação leva a uma contração da musculatura vaginal, gerando a dor. Quanto mais relaxada, tranquila e segura, as chances de ter desconforto são menores”, explica a ginecologista. Sendo assim, com hímen ou sem hímen, é, sim, possível ter uma primeira vez prazerosa e sem dor.

7. Masturbação é (muito) importante
Segundo uma pesquisa recente realizada pelo Projeto Sexualidade (ProSex) da Universidade de São Paulo, quase 20% das mulheres entrevistadas afirmam nunca ter se tocado, enquanto, entre os homens, esse número cai para 2,2%. Isso mostra o quanto a sexualidade feminina é reprimida, e, de acordo com Carla, isso pode gerar problemas no futuro.

“As mulheres que cresceram em um ambiente em que o sexo sempre foi visto como sujo, ruim e pecaminoso podem ter dificuldades em se expressar sexualmente, comprometendo o desejo sexual”, afirma a sexóloga.

Para Débora Padua, educadora sexual e fisioterapeuta íntima, há muitas mulheres que simplesmente não conseguem chegar ao orgasmo e, em grande parte dos casos, isso se deve à falta de conhecimento sobre o próprio corpo. “Muitas mulheres só precisam de orientação. Ela precisa estar disposta a explorar a vagina, mas, muitas vezes, não foi ensinada que pode fazer isso”, explica, ressaltando que, se a mulher não se conhecer, como poderá mostrar ao parceiro ou parceira o que é bom e o que não é?

8. Você nem sempre terá um orgasmo
O orgasmo é uma reação natural que o corpo tem quando é estimulado em áreas que geram sensações prazerosas. Ele é o ápice do prazer do ato sexual, seja ele uma relação entre duas pessoas ou a masturbação e, talvez pela facilidade que os homens têm de chegar ao orgasmo, muitas mulheres se sentem “fracassadas” quando não conseguem chegar lá com o parceiro ou parceira.

De acordo com especialistas, o estado mental da mulher influencia o nível de prazer que ela sente durante o sexo, e preocupação em gozar pode ser algo bastante inconveniente. O orgasmo, porém, não é o único momento em que se sente prazer no sexo. Aproveite cada sensação sem paranoias, relaxe, experimente novas técnicas e conheça bem seu corpo, sempre ciente de que a sexualidade feminina é bem complexa e que nem sempre a mulher tem um orgasmo durante a relação sexual – e está tudo bem com isso.

Fonte: IG - http://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-03-27/conselhos-sexo.html

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