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Brasileira que leiloou a virgindade revela que continua virgem: ‘Eu só queria o dinheiro’

Em entrevista exclusiva, a jovem afirmou que está namorando e pretende casar

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09/09/2015 às 07h52

Ingrid Migliorini, que adotou o codinome Catarina, ficou famosa na imprensa brasileira e internacional por leiloar, há três anos, a própria virgindade. Em entrevista exclusiva a Gugu Liberato nesta terça-feira (8), a jovem fez revelações sobre a polêmica e explicou o porquê continua virgem.

A polêmica começou quando o cineasta australiano Justin Sisely resolveu fazer um documentário chamado Virgins Wanted (Procura-se Virgens). Catarina explicou que a ideia da produção era "polemizar, atrair fama". 

— Tudo que envolve sexo, hoje em dia, é tabu. A ideia foi dele de fazer o leilão da virgindade. Mas, o objetivo do leilão sempre foi aferir fama para o documentário.

O diretor estava procurando virgens na Austrália, quando ela leu uma matéria na internet.

— Eu li muito mais do filme do que do leilão e resolvi mandar um e-mail sem compromisso algum porque eu não tinha ideia que ele chamaria uma menina de uma cidade pequena do litoral catarinense. Não demorou muito tempo, ele respondeu.

Os dois, então, se falaram bastante via internet e Justin a escolheu para o documentário.

— Eu tinha muita vontade de ser atriz e poderia ser uma chance! O leilão era algo que eu sempre soube que poderia ou não acontecer. Nunca foi algo obrigatório, eu poderia desistir a qualquer momento. Eu nunca teria embarcado nessa, se fosse obrigado.

Segundo ela, o leilão não seria obrigatório. Mas, Justin negociou com Catarina durante dois anos. 

— Eu comecei a falar com ele tinha 18 anos e, quando eu fui pra Indonésia fazer o leilão, tinha 20… Já havia viajado sozinha antes e foram dois anos de muita conversa, combinarmos muita coisa. Eu fui tranquila e não ia deixar ele fazer algo ruim comigo.

Os dois, então, se falaram bastante via internet e Justin a escolheu para o documentário.

— Eu tinha muita vontade de ser atriz e poderia ser uma chance! O leilão era algo que eu sempre soube que poderia ou não acontecer. Nunca foi algo obrigatório, eu poderia desistir a qualquer momento. Eu nunca teria embarcado nessa, se fosse obrigado.

Os dois, então, se falaram bastante via internet e Justin a escolheu para o documentário.

— Eu tinha muita vontade de ser atriz e poderia ser uma chance! O leilão era algo que eu sempre soube que poderia ou não acontecer. Nunca foi algo obrigatório, eu poderia desistir a qualquer momento. Eu nunca teria embarcado nessa, se fosse obrigado.

O documentário teve parte em Bali, na Indonésia, e outra parte na Austrália. 

— O documentário era eu, a virgem, e o Alex, o virgem, um jovem russo de 22 anos. O documentário era pra mostrar nossa vida, o porquê estávamos fazendo isso, se íamos precisar de uma ajuda psicológica… Era um pouco sensacionalista porque ele gostava de drama, queria mostrar as críticas negativas em torno disso.

R7

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