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“Sabe o sonho da Mega Sena – O meu era ser rainha de bateria”, diz Carla Prata

Rainha da Acadêmicos da Rocinha e musa da Vila Isabel, apresentadora revela detalhes das fantasias e preparo com o corpão

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27/02/2014 às 07h32

Ter uma mãe no melhor estilo mulherão pode ser uma bela dor de cabeça para um menino de oito anos. Mas Kauê até que sabe lidar bem com a situação. Quer dizer, isso quando a mãe do garoto não resolve aparecer na escola dele com um vestidinho curto de paetê azul e um saltão de passista. “Eu estava correndo para uma entrevista, não tive como me trocar”, contou a mãe em questão, Carla Prata, rainha de bateria da Acadêmicos da Rocinha e musa da Vila Isabel. “Ele segurou bem as pontas, foi engraçado”, completou a mãe-coruja.

A proximidade com o carnaval deixa a agenda da apresentadora abarrotada de compromissos. O jeito é carregar no carro malas com roupas, sapatos, maquiagem, acessórios para cabeça e tudo mais para ensaio de fotos.

“Uma rainha tem que ter, em primeiro lugar, amor ao samba. Algumas meninas são coroadas e perdem o posto sem nem ter ido aos ensaios. O cargo exige tanta responsabilidade quanto os outros. Se você não vai à quadra, se não sabe o samba na ponta da língua, se chega na avenida com o corpo feio, todo mundo vai falar mal. Rainha é muito cobrada e nem vale ponto. Independente de ser famosa ou não, ela precisa ter amor ao samba e responsabilidade”, opinou Carla, que realizou o sonho de infância de conduzir a bateria pela primeira vez em 2013, na Grande Rio.

“Sabe aquele sonho de comprar uma casa de R$ 5 milhões ou ganhar na Mega Sena? É isso. O meu sonho era ser rainha de bateria. Eu consegui com a Grande Rio e agora de novo, com a Rocinha. É uma emoção muito grande ficar à frente na bateria. Só quem ama samba sabe o que é”, declarou a ex-assistente de palco do “Domingão do Faustão”. Nascida no Engenho Novo, mas criada em Ramos e Bonsucesso, a paixão pelo batuque é de família e começou com a avó Marcília, hoje com 79 anos. “Ela ainda é muito rueira. Ela me acompanhou no último final de semana no ensaio técnico e se recusou ficar nos camarotes da Sapucaí. ‘Eu? No camarote? Não, senhora. Vou te acompanhar na avenida’, ela disse. Ela rebola, vai até o chão… Eu tive bem a quem puxar (risos)”, revelou.

Fonte: Gente 

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