header top bar

section content

Justiça interdita instalações olímpicas

Entre os locais interditados está o Parque Olímpico da Barra da Tijuca

Por Agência Brasil

16/01/2020 às 08h53 • atualizado em 16/01/2020 às 11h26

Arthur Nory treina com atletas da seleção brasileira de ginástica artística, categorias adulto e juvenil, no Centro de Treinamento do Time Brasil, no Parque Olímpico (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Justiça Federal determinou a interdição de instalações olímpicas do Rio de Janeiro, até que sejam fornecidos o laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros e o habite-se da prefeitura. A decisão é do juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Entre as instalações interditadas estão o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, que foi o principal polo esportivo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e que ainda recebe eventos culturais e esportivos.

O MPF defende que as instalações não podem ser usadas em razão da ausência de licenças que atestam requisito de segurança dos locais.

A prefeitura do Rio de Janeiro recorrerá da decisão da Justiça. Já o Corpo de Bombeiros informou que ainda não foi notificado da decisão, mas que mantém a postura de acatar quaisquer decisões da Justiça.

Segundo os bombeiros, os equipamentos estão com a documentação válida. “Trata-se do Documento de Autorização Temporária de Funcionamento (DATF) – previsto no Decreto 45.970/17 – que permite a utilização dos espaços, além de regular lotação e demais exigências previstas na legislação de segurança contra incêndio e pânico”, diz a nota do Corpo de Bombeiros.

Recomendado para você pelo google

PROBLEMA SOCIAL

VÍDEO: Conselho Tutelar notifica pais por causa de crianças pedindo nos semáforos de Cajazeiras

OPÇÃO RELIGIOSA

VÍDEO: Retiro de Carnaval de Pombal anuncia programação da 35° edição com atrações a nível nacional

CAMPEONATO PARAIBANO

VÍDEO: Wesley, Éder Paulista e o técnico Ederson Araújo aprovam estreia do Atlético e elogiam a torcida

FALTA DE COMODIDADE

Professora cobra fiscalização na ocupação de calçadas por comerciantes que interfere a mobilidade urbana