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Seleção Brasileira sofre goleada em vexame no Mineirão; Alemanha deita e rola. Gols!

A Alemanha vai enfrentar, no domingo (13), no Maracanã, o vencedor do duelo desta quarta-feira (9) entre Holanda e Argentina.

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08/07/2014 às 23h17

Jogadores alemães fazem a festa no Minerão (Foto: Reprodução: TV Globo)

A Alemanha vai enfrentar, no domingo (13), no Maracanã, o vencedor do duelo desta quarta-feira (9) entre Holanda e Argentina.

Houve choro de novo e dessa vez o mais doloroso. O menino chorando na arquibancada algum dia esquecerá? O ônibus da Seleção chegou em festa ao estádio. Trazia um Neymar na cabeça. Felipão escalou o mineiro Bernard na vaga do camisa 10. E o Mineirão empurrava a Seleção para uma vitória que em nenhum minuto de jogo chegou sequer a se esboçar. E olha que o time teve mais posse de bola no início. Mas o parque de diversões alemão abriu suas portas já aos dez minutos.

Kroos bateu o escanteio e a curva da bola terminou no pé de Muller: fácil, sem marcação. Depois em seis minutos haveria o maior apagão de uma Seleção Brasileira em todos os tempos. Klose chutou, Julio César defendeu e Klose chutou novamente. Não era só 2 a 0. Era o 16º gol do alemão em Copas do Mundo. Tirou de Ronaldo a condição de maior artilheiro de todos os tempos.

Dois minutos depois, cruzamento da direita e Kroos fazia 3 a 0. Se parecia inacreditável, o que dizer do que viria a seguir? Khedira abriu mão de chutar. Toni Kroos, mais um pra você.  

E se 4 a 0 era demais, o quinto não tardaria. Como em uma linha de passe, como se jogasse contra crianças. Khedira, agora ele, 5 a 0. E eram só 28 minutos de jogo. Taticamente, individualmente, a Seleção se curvava ao imenso domínio alemão. E saiu de campo vaiada ao fim do primeiro tempo.

Felipão tirou Hulk e Fernandinho. E lançou Paulinho e Ramires. Como piorar parecia impossível, houve uma pequena melhora. Neuer chegou a defender o chute de Oscar. Paulinho chutou duas vezes e duas vezes o goleiro alemão defendeu. Julio César também pulou para salvar o que seria o gol de Müller. Mas o capitão Lahm, sem marcação tocou para o toque simples, mortal, de Schürrle: 6 a 0.

Schürrle entrou no segundo tempo e fez história, no chute em que Julio César nem pulou, aumentou para sete a conta desse desastre. A Alemanha quase fez o oitavo. E no finzinho Oscar fez o único do Brasil. Não havia o que comemorar: 7 a 1.

O time terá agora quatro dias para tentar assimilar a maior derrota da Seleção Brasileira em 100 anos de história. Depois do vexame em Belo Horizonte o time volta a jogar sábado (12), em Brasília, na disputa pelo terceiro lugar.

GLOBO.COM

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