header top bar

section content

Futebol paulista tem pior primeiro turno da história do Brasileirão

Três dos cinco representantes do Estado estão na zona de rebaixamento

Por

10/09/2013 às 07h43

O primeiro turno do Campeonato Brasileiro terminou da pior forma possível para os times paulistas. Pela primeira vez na história ao término da metade da competição, o Estado não tem nenhum representante no G-4 e, para piorar, conta com três dos cinco clubes da elite na zona de rebaixamento (Ponte Preta, São Paulo e Portuguesa).

Segundo informações do matemático Tristão Garcia ao jornal Agora São Paulo, a situação é complicada não apenas na luta contra a queda, que registra 54% de possibilidades ao São Paulo, 40% à Portuguesa e 75% à Ponte Preta, mas também na briga pelo título.

O Corinthians, atualmente melhor paulista da competição, tem, segundo as contas do matemático, 1% de chance de levantar o caneco.

O Santos, que ainda tem dois jogos para fazer válidos pelo primeiro turno (diante de Internacional e Náutico), e que pode ultrapassar o Timão na tabela, está fora da briga pelas projeções de Tristão.

A Ponte Preta também tem um duelo atrasado do turno, diante do Galo, mas, mesmo que vença o atual campeão da América, não conseguirá deixar a zona perigosa da tabela na virada da competição.

A esperança dos paulistas por um returno melhor é uma verdadeira briga com a história, já que no Brasileirão de 2012, os times que fecharam a primeira metade da competição na zona perigosa (Palmeiras, Atlético-GO, Sport e Figueirense) não conseguiram reagir, e hoje disputam a Série B nacional.

R7

Tags:

Recomendado para você pelo google

VÍDEO

Deputado cajazeirense abre o jogo e revela com quem fica após o racha no PSB da Paraíba

EDUCAÇÃO

VÍDEO: Xeque Mate fala sobre tradicional colégio de Cajazeiras e recebe diretora, professoras e alunas

ALUNOS DÃO SHOW

VÍDEO: 3º dia da Mostra de Conhecimentos destaca a natureza, tecnologias, leitura, teatro e matemática

DIRETO AO PONTO

VÍDEO: advogado sousense fala sobre a redução da maioridade penal. Você é contra ou a favor?