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Demissões na prefeitura de Cajazeiras, no Estado e ‘brigas’ na Câmara estão na Faisqueira

O ponto fraco é que a maioria da bancada oposicionista fez parte do governo de Léo/Rafael

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05/09/2015 às 16h32

Ponto frágil
Alguns vereadores da situação e que formam a base aliada da prefeita de Cajazeiras, Denise Albuquerque, “descobriram” que o vereador Jucinério Félix, que faz forte oposição, para tirá-lo do sério, basta falar em “canja de galinha”, que ele fica tresloucado. Por que será?

*Câmara Municipal aprova novo concurso em Cajazeiras, vereadores da oposição se recusam a votar. Confira aqui

Barata tonta
Observadores e freqüentadores assíduos das sessões da Câmara Municipal de Cajazeira, afirmam que a bancada da oposição tem momentos que se comporta como “barata tonta”, principalmente quando é “acunhada” pelos vereadores da situação. 

Barata tonta 2
O ponto fraco é que a maioria da bancada oposicionista fez parte do governo de Léo/Rafael e quando critica a atual gestão, os vereadores da situação defendem-se mostrando os mesmos possíveis erros da gestão da qual a bancada da oposição fez parte. Quem tem rabo de palha…

Dedo cortado
O deputado estadual José Aldemir em entrevista a uma emissora de rádio da cidade de Cajazeiras fez dura criticas ao seu velho amigo e companheiro de longos anos e de muitas campanhas: vereador Marcos Barros: as pérolas: “Marcos pra mim é um dedo cortado”, ou “não é confiável” e ainda: “não tem volta”.

*Zé Aldemir volta a criticar carlistas, revela plano ‘B’ da situação e dispara: ‘Traíra é dedo cortado da mão’ Ouça

Dedo cortado 2
O vereador Marcos Barros resumiu as palavras do deputado: “ele cospe no prato que sempre comeu”. Como em política tudo pode acontecer, até mesmo nada, ainda veremos os dois juntos e misturados, seguindo o exemplo de outros políticos de Cajazeiras, que por décadas eram ferrenhos inimigos e hoje vivem abraçados e cheirando um o “fundo” do outro.

Demissões
Não é somente a prefeitura de Cajazeiras que está sendo obrigada a demitir dezenas de pessoas que foram contratadas sem concurso público, mas o que se tem conhecimento é de que o governo estadual está mandando demitir outras dezenas, fato que tem provocado desespero entre as famílias.

Demissões 2
Quem tem sofrido para contornar esta decisão do governo do estado são os políticos da cidade que indicaram os nomes para ocupar os cargos, que pressionados e vendo como não tinham como resolver, ficam “empurrando com a barriga” e fazendo novas promessas de futuras contratações. “Engana-me que eu gosto”.

Gravidade
Tudo leva a crer que o povo de Cajazeiras ainda não se deu conta da gravidade do que poderá acontecer se as chuvas não chegarem com abundância no inicio do ano e que o açude que abastece a cidade: Engenheiro Ávidos e futuramente Lagoa do Arroz voltem a acumular água, porque tem pessoas “brincando” com água e a usando com extravagância.

*Vereador de Cajazeiras pede fiscalização e propõe multa para quem desperdiça água

Sem reclamação
Fato inédito no Baile do Reencontro: nenhuma reclamação com o serviço de bar e restaurante, que teve a experiência importada da capital cearense, via Ricardo Bandeira, que é proprietário do “Boteco do Barão”, em Fortaleza. Reclamar sobre o preço de bebida e de uma excelente comida não vale: “festa é viço, viça quem pode”, como dizia o vereador João Abreu de saudosa memória. 

Êxito total
O filho de Dirceu Galvão, Dirceu filho, responsável pelo blog Sete Candeeiros, conseguiu mais uma vez fazer uma excelente festa no Cajazeiras Tênis Clube, com o objetivo de agregar cada vez mais não só os que acessam o seu blog, mas e principalmente a colônia cajazeirense espalhada pelos brasis afora. O tema este ano, como não poderia deixar, focalizou os Sete Candeeiros, famoso cabaré dos anos 50 e 60 de Cajazeiras. Um participante, depois de tomar todas: dizia: “o puteiro aqui hoje tá completo”.

Vida de estudante
O médico e ex deputado federal e estadual e ex prefeito de Cajazeiras, Antonio Vituriano de Abreu, nunca se “embasbacou” com trabalho, mas como estudante do Curso de Direito, tem comido broxa misturada com arame farpado para escrever a monografia da conclusão de curso. O academicismo e a burocracia têm dado muitas dores de cabeça aos concluintes. 

Do Gazeta do Alto Piranhas

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