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Coluna política Faisqueira do GAP

As eleições se aproximam e os moídos estão em alta em CZ

Por

09/01/2010 às 09h34

Humildade
Um eleitor de carteirinha do médico Carlos Antonio, além de denominá-lo de “um Vituriano diferente”, diz que ele precisa descer dos “sapatos altos em que anda” e ser mais humilde e não se julgar, como Vituriano, “donos dos votos” das metades dos votos da cidade. E complementou: “foi por estes motivos que ele perdeu a última eleição”. Não custa nada calçar as “sandálias da humildade”.

Garras do Leão

Vazou uma parte da conversa entre o governador José Maranhão, Vituriano de Abreu, Jeová e Léo Abreu, no último dia 30, na capital do estado, numa tentativa de não esfacelar o grupo que elegeu Léo prefeito de Cajazeiras. Vituriano teria dado uma detonada de arrepiar os cabelos em Zerinho, Adjamilton Pereira e Walter Cartaxo (no famoso caso de que teria traído Walter, impedindo sua candidatura a prefeito).

Garras do Leão 2
Neste encontro quem entrou calado foi Léo Abreu e permaneceu mudo o tempo todo. Não teria dado um único pio e depois, tentou aliviar o impacto da tensa conversa entre seu pai, o Governador Maranhão e Jeová declarando que ainda haveria possibilidades de uma pacificação. Mas enquanto Léo esfriava o assunto, seu pai já detonava o rompimento com Jeová, junto às emissoras de rádio, logo depois da audiência.

Garras do Leão 3

Enquanto isto, Vituriano está feito uma formiguinha: conversou com Paulo Brás (PTB), do município de Poço de José de Moura, para apoiá-lo. Mas Paulo e o grupo da oposição já têm um compromisso com Lindolfo Pires (DEM), que poderá sair com mais de mil votos daquela cidade. Vituriano já manteve conversas com mais de uma dezena de vereadores e suplentes da Região do Alto Piranhas e tem conseguido adesão ao seu projeto.

Garras do Leão 4

Mas a noticia mais importante da semana em torno da candidatura de Vituriano foi a de que teria fechado um acordo para uma dobradinha com o ex-deputado federal Luiz Clerot, em alguns municípios, em troca dos votos que diz ter para a candidatura de Clerot para deputado federal, em Cajazeiras. É mais um homem da mala-preta que vem em busca dos votos de Cajazeiras.

Um acordo impossível
O deputado estadual Jeová Campos impôs suas condições para ser candidato a deputado federal: que Wilson Santiago seja candidato ao senado e seu filho Wilsinho não seja candidato a deputado federal e que sejam liberados os municípios desta região para o seu projeto e apoio irrestrito de Léo e Vituriano em Cajazeiras. É bem pouquinho o que Jeová quer

Procurado
O médico Antonio Vituriano de Abreu era o mais procurado na festa de Jeová, mas não deu o ar da graça. Como também não compareceu ao desembarque do governador no aeroporto. Foi representado por sua esposa Fátima Abreu. Estas ausências seriam justificadas porque o mesmo estava de plantão no Hospital Regional de Cajazeiras e não teria trabalhado apenas o dia de sua escala, mas por falta de médicos, teria simplesmente tirado quatro plantões. Um dinheirinho a mais no bolso, e recebendo na hora, é sempre bem-vindo. Um plantão agora gira em torno de um mil reais.

Ausência

Poucas lideranças políticas da região compareceram ao desembarque do governador Maranhão, no último dia 02, no Aeroporto Antonio Tomás, em Cajazeiras: apenas os prefeitos de Cajazeiras, Léo Abreu; Manoel Dantas de Bom Jesus e Teta Francisco de Cachoeira dos Índios. Os outros estão se valorizando.

Chutou o pau da barraca

Em entrevista ao programa Rádio Vivo, na Rádio Alto Piranhas, no dia 06 de janeiro, o deputado Jeová Campos (PT), consumou em definitivo o rompimento entre ele e o grupo do prefeito Léo Abreu. Algumas pérolas da entrevista:
“Vituriano já está acostumado a trair. Veja o exemplo de Walter Cartaxo, Wilson Santiago e agora foi comigo”.
“Fui traído e abandonado pelos “abreus” no meio do caminho”
“Vituriano manda mais na prefeitura do que Léo”.
“Vituriano disse ao governador que queria o hospital para conseguir votos”.
“Vou para a guerra como nunca fui e no final vou mostrar quem é o melhor”
“Vou procurar ajuda dos que sobraram”.
“A minha participação na campanha de Léo foi decisiva e doei a minha inteligência, minha capacidade e meu poder financeiro à serviço da campanha”.
“Não tenho medo do rompimento dele” (Vituriano)
“Se abandonaram Jeová em 2010, com certeza não terão Jeová no palanque deles em 2012”.
“Sou candidato a deputado estadual”.
Depois destas declarações tudo leva a crer que não tem mais volta. E a partir de agora o trunfo dever ser “pau”.

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