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Filhas de comerciante cajazeirense assassinada a tiros na região de Sousa choram e clamam por prisão de idosas acusadas de crime de pistolagem. Veja o vídeo!

No dia 13 de outubro de 2012, a comerciante da cidade de Cajazeiras, Maria de Fátima Siebra, foi assassinada a tiros quando retornava da feira. Confira aqui!

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15/12/2015 às 18h53

Há mais de três anos, a família Andrade luta na Justiça para tentar punir os autores de um homicídio que chocou a cidade de Cajazeiras. No dia 13 de outubro de 2012, a comerciante Maria de Fátima Siebra de Andrade foi assassinada a tiros quando retornava da feira livre da cidade de Nazarezinho, onde vendia confecções. Ela estava na companhia do marido, que conseguiu escapar com vida.

O casal sofreu uma emboscada de dois homens. Um deles estava armado com uma espingarda e acertou a comerciante à queima-roupa. Ela morreu na hora. Investigações apontam que o crime teria sido encomendado por três mulheres – entre elas duas irmãs – que também vendiam confecções na feira e estariam incomodadas com a concorrência de dona Maria de Fátima.

Em 2013, as três acusadas chegaram a ser presas (foto acima), juntamente com o homem apontado como autor dos disparos. No entanto, eles já estão respondendo às acusações em liberdade, e é isso que está revoltando a família da vítima.

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Ismênia Siebra, filha da vítima, revelou que as investigações foram reabertas e os envolvidos – que são ao todo nove, segundo ela – poderão ser chamados novamente para depor em breve. Ela afirmou que não vai descasar enquanto não colocar os autores na cadeia.

“Minha mãe foi morta por inveja. É um crime banal, uma coisa sem lógica. Eu estou em cima toda hora e vou até o final. Quem tiver que pagar, vai ter que pagar. Eu não vou descansar. Nem que eu passe o resto da minha vida fazendo isso, mas a gente vai correr atrás até ser feito justiça”, disse.

Irislene, outra filha da vítima, fez um apelo às autoridades. “Não é justo um crime desse ficar impune. Nossa mãe era uma pessoa de bem, estava trabalhando. Então nós estamos aqui para pedir ao juiz, ao delegado, a quem for, que se ponham no nosso lugar. Se fosse a mãe de vocês que tivesse sido assassinada, ia ficar impune?”

Seu José Ramalho, marido da vítima, questiona por que os autores do crime estão soltos, já que, segundo ele, todos sabem quem são. “Foi uma perversidade por parte dessas três mulheres. Todo mundo sabe quem foi. Nós sabemos que foram os assassinos. Nós sabemos onde eles estão. Nós sabemos quem mandou matar. Foram presos e eu pergunto à Justiça: por que elas estão soltas hoje?”

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