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Cabo da Polícia Militar é preso acusado de estuprar cinco mulheres na Paraíba

O policial foi preso na manhã de ontem por força de um Mandado de Prisão Preventiva expedido pela 2º Vara Criminal de Campina Grande

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21/12/2011 às 17h16

Um cabo da Polícia Militar da Paraíba, com atuação em Campina Grande, foi preso acusado de estuprar pelo menos cinco mulheres na cidade. A informações foi confirmada pelo comando do Serviço de Inteligência (P2) do 2º Batalhão de Polícia Militar.

Erisberto Pinto Simão, de 32 anos, mora no bairro do Catolé e é vinculado ao 10º BPM e trabalhava na antiga Operação Manzuá. Atualmente ele estava a disposição do comando da corporação.

O policial foi preso na manhã de ontem por força de um Mandado de Prisão Preventiva expedido pela 2º Vara Criminal de Campina Grande. O documento foi solicitado pela delegada Alba Tânia Abrantes, titular da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente, que investigava a ação do estuprador há mais de 40 dias.

De acordo com o Major Gilberto, comandante da P2, o policial não reagiu a prisão quando foi interceptado pelos agentes e também já foi reconhecido por cinco vítimas. “O caso, com detalhes, somente a Polícia Civil pode revelar, mas o que já confirmamos é que pelo menos cinco vítimas já teria reconhecido o policial como autor das violências” comentou, por telefone.

Erisberto Pinto Simão está preso na carceragem do 2º BPM, no bairro de São José, mas vai responder pelas práticas na justiça comum. Mais problemas – Eriberto Pinto já responde a outros procedimentos na justiça comum. Isso porque, no dia 23 de outubro do ano passado, ele matou um assaltante na porta de sua residência no bairro do Catolé. A vítima foi o preso albergado do Presídio Regional do Serrotão, Renato Cézar Menezes Oliveira, 22 anos, que morava bairro do Tambor. Ele foi morto por dois disparos de pistolas quando tentou assaltar um cabo da Polícia Militar no bairro do Catolé.

As informações repassadas pelo Centro de Operações Policiais Militares (Copom) relatavam que Erisberto Pinto Simão, 33, estava arrumando alguns objetos dentro do seu veículo, um Chevrolet Corsa Sedan, quando foi surpreendido por dois homens, que estavam em uma moto de cor vermelha. Um dos rapazes era Renato, que estava na garupa e, armado com um revólver calibre 38, tentou render o PM, anunciando o assalto. "Ele me abordou e foi logo anunciando o assalto. Eu ainda me identifiquei como policial, no entanto, o rapaz ignorou e foi logo sacando a arma. Quando percebi que ia atirar, saquei a pistola a disparei. Se não tivesse feito isso, com certeza ele iria me matar", contou Erisberto, em depoimento prestado na sede da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil.

Na troca de tiros entre o policial e os bandidos, dois disparos atingiram as costas do presidiário, que morreu no local. O outro criminoso, segundo a vítima, fugiu rapidamente na moto. Uma guarnição da Rádio Patrulha ainda chegou a fazer rondas na área, no entanto, não conseguiu localizá-lo.

DIÁRIO DO SERTÃO com PBAgora

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