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MP vai interditar Estádio Higino Pires Ferreira

O Promotor de Justiça Leonardo Cunha Lima entrou com ação civil pública contra o Estádio Higino Pires Ferreira pedindo a interdição do local por falta de segurança para os torcedores. O Promotor pede a interdição imediata até que sejam feitas reformas que garantam a segurança do público. Vistorias realizadas pelo Corpo de Bombeiros constataram problemas […]

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25/05/2009 às 07h46

O Promotor de Justiça Leonardo Cunha Lima entrou com ação civil pública contra o Estádio Higino Pires Ferreira pedindo a interdição do local por falta de segurança para os torcedores. O Promotor pede a interdição imediata até que sejam feitas reformas que garantam a segurança do público. Vistorias realizadas pelo Corpo de Bombeiros constataram problemas estruturais sérios no local. Foi verificado, inclusive, que o campo  não possui alvará de funcionamento da Prefeitura nem licença da Vigilância Sanitária.

No estádio, foram encontrados inúmeros problemas físicos e estruturais, dentre eles portões insuficientes para conter o ciclo de torcedores, condições precárias de higiene, fiações elétricas expostas, falta de sinalização interna e externa, entulhos de material de construção expostos, estruturas danificadas, dentre outros. O MPPE tentou entrar em acordo com os representantes do estádio. O estádio foi interditado pelo Corpo de Bombeiros em 2008, mais de nada serviu e o estádio continuou sendo usado para prática de esporte.

O Estádio Higino Pires Ferreira, que já foi palco de grandes emoções do futebol paraibano, em especial dos cajazeirenses, recebeu agremiações e craques de renomes do futebol brasileiro, que exibiram os seus talentos naquela casa de espetáculos.

Com a construção do Estádio Perpetuo Correia de Lima “O Perpetão”, o Velho Higino aos poucos foi caindo no mundo do esquecimento e atualmente a sua situação é lamentável, onde o desprezo, é o seu maior parceiro dos últimos tempos, restando apenas as grandes lembranças das décadas passadas.

O estádio está em compeleto desprezo, hoje o que lhe resta, são paredes e arquibancadas se desmoronando, torres de iluminação sem refletores e sendo destruídas por ferrugem e uma área esburacada no local em que foram formados diversos craques na terra do Padre Rolim.

O Estádio Higino Pires Ferreira, já foi de propriedade exclusiva do Atlético de Cajazeiras, que judicialmente perdeu para uma equipe de ex-funcionários, devido a dívidas, que se transformaram em causas trabalhistas.

JOSELITO FEITOSA
Da Redação do Diário do Sertão

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