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Polícia divulga conversa entre Laércio e vítima; ex-BBB pode pegar 15 anos de prisão por estupro

Operação foi realizada pelo Nucria, em Curitiba, nesta segunda-feira (16).

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

16/05/2016 às 11h02 • atualizado em 16/05/2016 às 15h07

Ex-BBB Laércio de Moura foi preso durante uma operação do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) (Foto: Reprodução)

O ex-BBB Laércio de Moura, preso na manhã desta segunda-feira sob a acusação de fornecer bebida alcoólica e abusar de uma menina de 13 anos, pode pegar até 15 anos de detenção, segundo a Polícia Civil do Paraná. A instituição, que comandou a operação contra Laércio através do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), realizou uma coletiva de imprensa no fim desta manhã, em Curitiba.

 

As investigações sobre Laércio tiveram início há três meses, a pedido do Ministério Público do Paraná, que acolheu denúncias feitas por espectadores do Big Brother Brasil. No programa da Rede Globo, o designer de tatuagem afirmou gostar de se relacionar com garotas mais novas e foi atacado pela mineira Ana Paula, que o chamou de “pedófilo” e conquistou a simpatia do público.

A vítima em questão, hoje com 17 anos, confirmou as acusações à polícia e, de acordo com a assessoria de imprensa do Nucria, forneceu os prints (cópias) de conversas mantidas com o tatuador pela internet. Nas comversas, fica claro que Laércio procurava esconder o relacionamento com a menor. Em um dos momentos, a menina sugere “dar um tempo” porque a mãe “está desconfiando”. “Tudo isso é meio proibido, eu morro de medo que descubram”, diz a menina, em determinado momento. “Espera eu ficar mais velha”, continua. Ele então, recomenda que ela “fique sussa”. “Só vão descobrir se você vacilar e falar pra alguém.”

Conversas entre o ex-bbb e uma das vítimas (Foto: reprodução / Polícia Cívil/Veja)

Os policiais também apreenderam aparelhos eletrônicos do tatuador, como computador e telefone celular. De acordo com a delegada-adjunta do Nucria, Patrícia Nobre, a base para as investigações foram as redes sociais. A apuração continua, atrás de outras possíveis vítimas.

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