header top bar

section content

Mulheres ganham até R$ 400 por semana vendendo calcinhas usadas na ‘web’

"Tem gente vendendo todo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluido corporal parece ter demanda", informou "Tem gente vendendo todo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluido corporal parece ter demanda", informou

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

26/07/2016 às 14h14

Mulheres ganham até R$ 400 por semana vendendo calcinhas usadas (Foto: Divulgação)

Uma nova modalidade de negócio virou o ganha-pão de muitas jovens endividadas.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, sites como permitem que mulheres desconhecidas vendam suas calcinhas usadas para aqueles que sentem prazer em cheirá-las.

De acordo com o jornal “The Independent”, uma jovem de 21 anos, contou sobre o lucrativo negócio.

Ela disse que chega a ganhar 100 libras (cerca de R$ 428) vendendo apenas uma ou duas calcinhas por semana. Para as interessadas, basta se cadastrar no site e pagar uma taxa de 15 libras.

“Imediatamente, fui contatada por indivíduos que estavam interessados em meus produtos. Tem muitas opções além de calcinha. Tem gente vendendo todo tipo de item pessoal e praticamente qualquer tipo de fluido corporal parece ter demanda”, informou.

Esse é um daqueles curiosos casos em que a vida imita a arte. Na série da Netflix, ‘Orange is The New Black’ (OITNB), a prisioneira Piper Chapman, personagem da protagonista Taylor Schilling, vira chefe na prisão depois de fazer das calcinhas usadas das detentas um grande negócio.

Em OITNB, as peças íntimas são vendidas para centenas de homens fora da prisão, em um dos enredos que garantiram o sucesso da série.

Notícias ao Minuto

ENTREVISTA

No Xeque-Mate, corretor avalia que Cajazeiras é melhor do que Sousa para investir no mercado imobiliário

DIÁRIO ESPORTIVO

Diário Esportivo recebe os membros da Associação dos ciclistas de Cajazeiras e região; Confira!

ADVERSÁRIOS ETERNOS

Breckenfeld diz que nunca será candidato a prefeito de São João nem aliado de Zé Aldemir: “Chance zero”

PSICOLOGIA & FILOSOFIA

Cajazeirense que vendia poesia pra pagar curso em SP fala sobre sonhos e objetivos no “Psicologia no Ar”