header top bar

section content

Mãe e filha enfrentam acusação de incesto após se casarem; Polícia descobre que a mãe já havia se casado antes com outro filho

Patricia Ann Spann, de 43 anos, se casou legalmente com a filha biológica, Misty Velvet Dawn Spann, 18 anos mais nova

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

11/09/2016 às 13h25

Patricia de 43 anos, se casou com sua filha de 25 anos, no mês de março (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma mulher de 43 anos e sua filha de 25 estão enfrentando acusações de incesto, após autoridades descobrirem que as duas se casaram legalmente no Estado de Oklahoma, em março. A mãe, Patricia, já havia se casado com seu filho mais velho em 2008, que pediu uma anulação 15 meses depois.

O caso foi descoberto pela polícia  no mês passado, durante uma investigação sobre negligência infantil. De acordo o jornal Daily News, Patricia contou a um assistente social que perdeu a guarda de seus três filhos no passado e as crianças foram adotados pela avó paterna. Anos depois, ela voltou a se encontrar com a filha e as duas “se deram bem” instantaneamente.

A real motivação por trás do caso ainda não foi descoberta pelas autoridades, porém, de acordo com as leis de Oklahoma, o casamento entre parentes próximos é considerado incesto, havendo ou não relações sexuais. Segundo a polícia, Patricia acreditava que não havia problema em registrar a relação, já que Misty não usava seu sobrenome na certidão de nascimento.

A dupla está detida e um juiz estipulou sua fiança em R$ 31.800. Patricia e a filha podem enfrentar até 10 anos de prisão após o julgamento final do caso.

Veja

“Boca Quente” fala sobre Nilvan, Josival, Gutemberg e narra fato que mais lhe chamou atenção na área policial

PROGRAMA XEQUE-MATE

VÍDEO: Padre e missionários falam sobre recuperação de dependentes químicos na região de Cajazeiras

DIÁRIO ESPORTIVO

Ao lado de grandes nomes da imprensa, Diário Esportivo debate as rodadas da Série C e D do Paraibano

PARTIU PARA O ATAQUE

VÍDEO: Júnior Araújo diz que José Aldemir vai perseguir servidores que não apoiarem campanha de Paula