header top bar

section content

Revista ‘Playboy’ volta atrás e terá nu novamente

'Estamos retomando nossa identidade e reivindicando quem somos', disse CEO da marca em comunicado

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

14/02/2017 às 14h29

Luana Piovani na capa da nova 'Playboy' brasileira (Foto: Divulgação/Playboy/VEJA)

A revista Playboy está voltando às suas raízes e trazendo de volta o nu após um ano, depois de ter abandonado fotos de nu frontal de mulheres, argumentando que elas se tornaram ultrapassadas. Sob o título “Naked is Normal” (Pelado é Normal, em tradução livre), a revista irá publicar fotografias de mulheres nuas na edição de março-abril, informou a companhia nesta segunda-feira. A estrela de Baywatch Pamela Anderson foi a última pessoa nua na revista, na edição janeiro-fevereiro de 2016.

“Serei o primeiro a admitir que a maneira que a revista mostrava a nudez era ultrapassada, mas a nudez nunca foi o problema porque nudez não é um problema”, disse o CEO da Playboy, Cooper Hefner, em comunicado no site da revista. “Hoje estamos retomando nossa identidade e reivindicando quem somos”, acrescentou Hefner, filho do fundador da Playboy, Hugh Hefner.

Fundada em 1953, a Playboy decidiu parar de publicar fotografias de mulheres nuas, dizendo que elas se tornaram ultrapassadas por conta da grande quantidade de pornografia grátis na internet.

A circulação da revista caiu de 5,6 milhões em 1975 para cerca de 800 000 nos anos recentes e a revista também virou alvo de críticas de mulheres, que pedem o fim de uma prática que muitos veem como ofensiva e degradante.

Veja com agência Reuters

“Boca Quente” fala sobre Nilvan, Josival, Gutemberg e narra fato que mais lhe chamou atenção na área policial

PROGRAMA XEQUE-MATE

VÍDEO: Padre e missionários falam sobre recuperação de dependentes químicos na região de Cajazeiras

DIÁRIO ESPORTIVO

Ao lado de grandes nomes da imprensa, Diário Esportivo debate as rodadas da Série C e D do Paraibano

PARTIU PARA O ATAQUE

VÍDEO: Júnior Araújo diz que José Aldemir vai perseguir servidores que não apoiarem campanha de Paula