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Atletas paraibanos querem Olimpíadas, Seleção e sonham novos projetos para 2016

Jogos do Rio continuam sendo o sonho de consumo de vários atletas. Mas também tem gente de casa nova e até pensando em mudar de modalidade neste ano

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03/01/2015 às 14h10

Mari Paraíba sabe que a concorrência é grande, mas já tem a admiração do técnico Zé Roberto

Ano novo, vida nova… A velha máxima de cada novo ciclo do calendário gregoriano parece inspirar os nossos atletas. Em ano olímpico, alguns deles já têm vaga garantida nos Jogos do Rio; outros, estão atrás dos índices que os levarão a representar o país na principal competição esportiva do planeta.
A goleira Mayssa Pessoa, do handebol, já pode se considerar atleta olímpica. Jogadora de confiança do técnico dinamarquês Morten Soubak, ela espera retribuir com a medalha de ouro que deixou escapar no Mundial da Dinamarca, no ano passado.

– Esse ano será muito importante para a gente, que estaremos tendo uma Olimpíada em casa. Então, é treinar muito com a Seleção Brasileira para fazer um bom papel – disse Mayssa, que passa férias no Canadá, e só dará uma passadinha em João Pessoa em maio.
As irmãs Jailma e Jucilene Sales também estão na luta pelas Olimpíadas. As duas precisam atingir os índices exigidos pela IAAF, mas estão certas de que conseguirão.
Jailma, a mais experiente, já disputou os Jogos de Pequim (2008) e Londres (2012). Para chegar à terceira Olimpíada, precisa fazer 52s20 na prova dos 400m rasos. Se conseguir, vai se garantir também no revezamento 4×400, que já tem vaga assegurada.

– Quero conseguir logo esse índice para ficar mais tranquila e chegar bem nas Olimpíadas. Competir em casa será diferente, a pressão será maior. Mas isso faz parte da vida de qualquer atleta e temos que estar preparadas – frisou.

Já a irmã Jucilene tem a vida mais sossegada. Ela é a principal atleta do país no lançamento do dardo. Assim como Jailma, espera garantir logo o índice.
– Esse primeiro semestre será de muito trabalho. Quero representar bem o Brasil. Ah, e na vida pessoal,  quero arranjar um namorado (risos) – emendou a paraibana, que assim como Jailma, treina em São Paulo.

No vôlei, o ano novo pode marcar definitivamente a carreira de Mari Paraíba. Ela já conseguiu provar para o técnico Zé Roberto Guimarães que pode ser bem mais do que um rostinho bonito no time. Destaque no Pan-Americano de Toronto, ela agora luta para se manter na equipe 

– Eu estou construindo o sonho de brigar por uma vaga nas Olimpíadas, primeiramente com os pés no chão. Estou vivendo esse momento agora na seleção, de ter sido convocada, mas com certeza pensando lá na frente em trabalhar no que eu posso melhorar para conseguir essa vaga. Eu sei que não vai ser fácil, estou disputando vaga com as melhores ponteiras do Brasil, e também do mundo – falou a jogadora, ciente da concorrência que terá pela frente para conseguir ficar entre as doze das Olimpíadas.

Outro atleta do Minas Tênis Clube que corre por fora para representar o país no Rio de Janeiro, em agosto, é o nadador Kaio Márcio. Ele sabe que precisa superar primeiramente a concorrência interna, já que grandes nomes apareceram na prova dos 100m e 200m borboleta na seletiva disputada em Florianópolis, para chegar à sua quarta Olimpíada.

– Fiquei muito perto do índice na primeira seletiva, em Florianópolis. Tenho certeza de que vai dar para conseguir essa marca, já que são tempos bem acima dos que eu tenho. Todo nosso treino está voltado para a segunda seletiva, em abril, no Rio de Janeiro – revelou o nadador, que estará em João Pessoa apenas no mês de fevereiro.

Casado, Kaio Márcio mantém o estilo de vida calmo em Belo Horizonte. E faz questão de elogiar a estrutura dos treinos no Minas Tênis Clube.
– Aqui é tudo muito tranquilo. João Pessoa parece ser mais agitada, especialmente nos fins de semana, com praia e tudo mais. Em Belo Horizonte, posso me concentrar mais no objetivo de conseguir o índice e disputar mais uma Olimpíada – acrescentou Kaio.

As Olimpíadas ainda não fazem parte dos planos de outra paraibana de sucesso. Luana Pinheiro, a musa do judô,  espera fazer um 2016 bem diferente. Para começo de conversa, pretende ingressar no MMA, seguindo o caminho de Ronda Rousey, que já foi judoca e medalhista olímpica.

– Fiz uns treinos e acho que é uma possibilidade. Acho que o mesmo risco que você corre no MMA, de tomar um soco no rosto, de ficar com o olho roxo, você corre também no judô – ressaltou a musa.

Treinando no Minas Tênis Clube, Luana conquistou no mês de outubro o título mais importante de sua carreira no judô em 2015: o Campeonato Brasileiro, em Maceió. 

– Foi uma competição que eu me preparei o ano inteiro. E acho que ninguém queria mais do que eu esse título. Acho que isso (o título brasileiro) foi o resultado de todo o esforço que fiz no ano – emendou Luana, que também aproveitou as férias em João Pessoa.

O ano de 2016 vai marcar uma virada na carreira do piloto Valdeno Brito. Depois de quatro anos correndo pelo Shell Racing, o Expresso da Paraíba resolveu trocar de equipe. Agora na RZ Motorsports, de Ricardo Zonta, espera dar o passo que falta rumo ao sonhado título da Stock Car.

– Certamente o ano de 2016 será de muitas novidades, especialmente para mim, que estarei mudando de equipe. Espero que todos os paraibanos continuem torcendo por mim e que a gente possa fazer uma grande temporada na Stock Car – avisou.

Principal nome do futsal paraibano na atualidade, o goleiro João Neto também está de casa nova. Ele trocou o Marechal Rondon, do Paraná, pelo Concórdia. Em Santa Catarina, vai tentar brilhar na Liga Nacional de Futsal.

– Foi uma mudança necessária, que vem em um momento importante da minha carreira. Precisava de novos ares e tive a oportunidade de receber a proposta de uma grande equipe, que está sempre brigando por títulos, e não hesitei em aceitar. As expectativas são as melhores e maiores possíveis, em todos os sentidos. Estou muito feliz e motivado, como qualquer um que vai iniciar um desafio – discursou o goleiro.

Na Paraíba, ele defendeu Benfica, Bortafogo-PB, João Pessoa Futsal e o Treze, por onde conquistou o título da Taça Brasil da 2ª Divisão.

Como esquecer o futebol? De volta à Seleção Brasileira com Dunga, o atacante Hulk espera conquistar de vez a confiança do treinador. Para isso, nada melhor do que continuar brilhando pelo Zenit no Campeonato Russo e na Liga dos Campeões.

– Fico feliz em ter voltado para a Seleção depois de quase um ano. Continuei trabalhando para ter uma nova oportunidade e agora é dar continuidade para continuar defendendo o meu país nas Eliminatórias – acredita Hulk.

GE

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