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Cajazeiras começa a luta da UFSERT

A Universidade Federal do Sertão será a redenção da região

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26/05/2009 às 08h18

A expansão do Ensino Superior implementada pelo atual Governo abre uma possibilidade para que a Paraíba tenha uma nova Universidade. A cidade de Cajazeiras começa a lutar para aproveitar o momento de abertura de expansão do Ensino Superior para conquistar esta importante universidade, com reitoria no campus local.

A UFCG foi criada com uma estrutura multi-campi por iniciativa do MEC. Isto ocorreu quando a criação de novas universidades estava fora das prioridades do Governo Federal. A motivação dos defensores da criação da UFCG era uma nova universidade a partir do Campus II (de Campina Grande). O argumento principal era que a estrutura multi-campi da UFPB prejudicava o desenvolvimento das atividades fins.

“Estruturas Universitárias menores, mais enxutas, tendem a minimizar dificuldades de gerenciamento, ganham em agilidade e são mais receptivas a ajustes e mudanças na busca da competência e da qualidade”.

A criação da Universidade Federal do Sertão- UFSERT, que está sendo levada em curso, proporciona ter uma estrutura multi-campi,  venha facilitar a expansão da oferta de cursos na região sertaneja.

O modelo de expansão com a criação de novas Universidades tem sido implementado com sucesso em outros Estados. Por exemplo, estados que já tinham uma alta densidade de Universidades Federais como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, foram contemplados com a criação de Universidades (do Triângulo Mineiro, do Vale do Jequitinhonha, dos Pampas).

Cajazeiras parte na frente, por ser o Campi com o maior número de alunos e cursos oferecidos pela UFCG, hoje 4.000 alunos estão matriculados, número que supera os campis de Patos, Pombal e Sousa, que juntos somam 3.000 alunos.

A criação da nova universidade desempenhará um papel fundamental para a região de Cajazeiras-Patos-Pombal-Souza, realizando com maior competência a interiorização e universalização do ensino superior e a formação de pessoal qualificado. Isto permitirá contribuir efetivamente para o desenvolvimento do semi-árido e do sertão. As comunidades acadêmicas passarão a ser concentradas nos problemas da região, sem sofrer a interferência de Campina Grande, cujos interesses são diversos e distintos.

JOSELITO FEITOSA
Da Redação do Diário do Sertão

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