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Conta de luz vai ficar mais cara com bandeira amarela e reajuste tarifário da Aneel na PB

Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh

Por Campelo - Diário do Sertão em Sousa

24/08/2016 às 13h49

Segundo o conselho, nesta semana, a Anatel vai anunciar o índice anual de reajuste tarifário da Energisa Paraíba (Foto: DS / Reprodução)

tarifa das contas de luz vai voltar a subir a partir do mês de setembro. A informação é do Conselho de Consumidores da Energisa Paraíba (CCEPB), órgão regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para fiscalizar o serviço prestado pela concessionária. O aumento deve ser estabelecido com a volta da bandeira amarela.

Segundo o conselho, nesta semana, a Anatel vai anunciar o índice anual de reajuste tarifário da Energisa Paraíba e comunicar a volta da bandeira amarela, que ocorre devido à falta de chuvas nas regiões das usinas geradoras e o aumento do consumo de energia em todo o Brasil.

Segundo o presidente do CCEPB, Luiz Carlos Carvalho, o aquecimento da economia e o aumento do consumo previstos pelo Governo Federal forçarão o acionamento das usinas termelétricas, que produzem energia mais cara e poluente.

Entenda a sistema de bandeiras tarifárias

As bandeiras funcionam como um semáforo de trânsito – com as cores verde, amarela e vermelha – para indicar as condições de geração de energia no país. Por exemplo, quando a conta de luz vier com a bandeira verde, significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos, portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo.

Se vier com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha mostra que o custo da geração naquele mês está mais alto, com o maior acionamento de termelétricas, e haverá um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.

A cobrança pelo sistema de bandeiras tarifárias é dividida por subsistemas, o que quer dizer que os consumidores de estados do Sul podem pagar um valor diferente daqueles que moram mais ao Norte do país. No entanto, a bandeira aplicada mensalmente será a mesma para todas as distribuidoras de cada subsistema.

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