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Pai denuncia agressão a criança de 10 anos dentro de sala de aula em Cajazeiras; “Não se alimentava para não vomitar após apanhar”

O pai contou a história demonstrando muita tristeza após saber que o filho estava sendo maltratado no ambiente escolar. Confira!

Por Luzia de Sousa

20/11/2016 às 05h13 • atualizado em 21/11/2016 às 18h11

(Foto: ilustrativa)

O vocalista da banda Tora Chinela, o artista cajazeirense Eduardo Jorge usou esta semana a rede social do Facebook para fazer uma denúncia de suposto bullying na escola contra o seu filho, um menino de 10 anos.

Na postagem o cantor disse que a criança chegou a revelar que não lanchava antes de ir para escola porque ao apanhar dos coleguinhas não correria o risco de ‘vomitar’.

Segundo a denúncia na rede social, as agressões ocorriam dentro da sala de aula, na ausência dos professores.

A reportagem do Diário do Sertão tentou ouvir o pai neste sábado (19), porém, Edu Batera como é conhecido na cidade não atendeu as ligações.

Bullying
É um anglicismo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia e sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder. Bullying é um problema mundial, sendo que a agressão física ou moral repetitiva deixa sequelas psicológicas na pessoa atingida.

O outro lado
A diretora da Escola Estadual Dom Moisés Coelho, com sede em Cajazeiras, no Sertão do estado, a professora Josefa Formiga do Nascimento (Formiga), se pronunciou neste domingo (20), sobre a denúncia feita por um pai de aluno na rede social Facebook.

Na postagem, o pai de uma criança de 10 anos relatou suposto bullying em sala de aula e fez revelações fortes que teria escutado do filho. Formiga contestou as declarações do pai e explicou que o aluno revelou o problema em uma palestra realizada na escola sobre o tema bullying, porém, nenhum registro foi feito anterior ao caso.

Ela disse que o pai do menino é ausente, pois é separado da mãe e não teria “aparecido” ninguém para receber os boletins da criança no segundo e terceiro bimestre.

A professora rebateu a ‘confidência’ do pai, pois em nenhum momento teria procurado a escola para fazer qualquer reclamação. Ela relatou que o menino não teria falado ao pai diretamente, mas relatou o problema em uma palestra promovida pela escola. “Fazemos um bom trabalho. Todos sabem do nosso compromisso com a educação”, disse ela.

Formiga declarou que o aluno não havia procurado a escola antes para relatar problema com colega de classe, nem reclamado a professores e equipe pedagógica. “Ele reclamava da ausência do pai”, contou a educadora

Medida
A diretora informou ainda que nessa quarta-feira (23), vai reunir os pais do aluno que supostamente estaria sofrendo bullying e os pais do estudante apontado como suposto agressor.

VEJA A POSTAGEM!

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