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Com Boqueirão quase seco, adutora da Zona Norte de Cajazeiras ainda não foi concluída

A empresa responsável pela execução da obra adquiriu novos equipamentos e deu continuidade aos serviços.

Por Luzia de Sousa

09/03/2016 às 09h28 • atualizado em 09/03/2016 às 09h38

Adutora de Cajazeiras continua sem conclusão

A adutora da zona norte da cidade de Cajazeiras, implantada pela Secretaria de Recursos Hídricos do Estado e recursos advindos do governo federal, ainda não foi concluída.

Um incêndio criminoso ocorreu no local onde fica a caixa d’água da Cagepa e onde estavam sendo armazenados o material a ser utilizado no serviço, como tubulações e caixas, no Bairro Mutirão. Mesmo assim, a empresa responsável pela execução da obra adquiriu novos equipamentos e deu continuidade aos serviços.

A vala por onde vai passar a tubulação dentro da cidade já foi cavada e segundo o Gerente Regional da CAGEPA, Cleudismar Alexandre (Neném), a obra está praticamente pronta. A empresa já recebeu dois prazos para sua conclusão, mas não cumpriu e o governo do Estado continua cobrando.

Como a obra era emergencial, em função da problemática da falta d’água em todo o interior do Estado, a imprensa e a população imaginavam que ela seria concluída rápida, já que isso eliminaria os trâmites burocráticos, além disto, a tubulação está vindo sobre o solo, mas não foi o que aconteceu, certamente em função da falta de liberação de recursos por parte do governo federal, especialmente após a crise que se abateu sobre o governo e o País.

O projeto prevê 13,6 km da adutora de Lagoa de Arroz, com ponto de interligação no local das captações de Bom Jesus e Santa Helena, onde existe uma estrutura operacional, uma Estação de Tratamento de Água (ETA) e uma Estação Elevatória.

A ordem de Serviço para implantação da adutora vinda de Lagoa do Arroz, para abastecer a zona norte de Cajazeiras foi assinada pelo governador Ricardo Coutinho, no dia 13de janeiro de 2014.

Abastecimento
Caso a adutora saindo de Lagoa do Arroz, para zona norte entrasse em operação, isso iria minimizar os problemas com o abastecimento d’água da cidade.

Seriam duas entradas de água, uma de Lagoa do Arroz e a outra de Boqueirão de Piranhas, apesar de sabermos que o açude de Lagoa do Arroz também está com pouca água.

O principal problema hoje em relação ao sistema de abastecimento d’água é a tubulação antiga, em algumas parte da cidade, com mais de 40 anos e em função disto, apresenta vazamentos constantes e prejudicando o abastecimento, principalmente dos bairros mais altos e distantes.

A Cagepa mesmo antes da crise hídrica já operava através de manobras, fechando o registro para uma área da cidade e liberando para outra e após o racionamento a situação se complicou, ficando alguns setores vários dias se água.

O açude de Lagoa do Arroz tomou um pouco de água nas chuvas de janeiro, entretanto, a situação é preocupante. O manancial tem capacidade para 80 milhões 220 mil 750 metros cúbicos de água. Atualmente está com 5 milhões 566 mil e 500 metros cúbicos, que corresponde a apenas 6.9% de sua capacidade. O açude começou janeiro com 51 milhões 557 mil metros cúbicos de água.

DIÁRIO DO SERTÃO com Gazeta do Alto Piranhas

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