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Cajazeiras está com quase R$ 4 milhões em obras inacabadas; Secretário explica o caso

O município de Cajazeiras tem atualmente um montante superior a três milhões e 800 mil reais em obras paradas

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07/11/2015 às 16h52

Cajazeiras acumula obra inacabadas. Confira!

O município de Cajazeiras tem atualmente um montante superior a três milhões e 800 mil reais em obras paradas ou por irregularidades na execução, abandono, falta de prestação de contas, determinação do Ministério Público Federal para realização de auditoria como ocorre na atual gestão, tendo em vista que vinham sendo construídas por uma das empresas acusadas de diversas irregularidades pela Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União e Ministério Público Federal.

O secretário de saúde do município de Cajazeiras, Henry Witchael Moreira disse que aguarda decisão do Ministério Público Federal que está fazendo investigações nos processos licitatórios e na execução das obras, juntamente com a CGU, para dar sequência a elas, pois são importantes para melhorar a vida da população, quando entrar em funcionamento.

Ele disse que a empresa ganhadora da licitação para execução das obras na realidade colocou recursos próprios para depois acontecer ressarcimento, ou seja, quando os recursos chegassem de Brasília. “Algumas delas Ministério da Saúde só repassou 20% da obra, entretanto, a construtora já concluiu os trabalhos e as unidades básicas de saúde já foram entregues à comunidade”.

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Estão com obras paralisadas as UBS da Zona Sul, no valor de R$ 500 mil para 80% e o mesmo percentual da obra feita; UBS do Sítio Cacaré, no valor de R$480 mil, pago 80% e o mesmo percentual de serviços executados; UBS do Sítio Catolé do Gonçalves, R$ 408 mil, com mais de 95% da obra executada e 80% pago; UBS do São José, no valor de R$ 150 mil e 450 reais, foi pago 20% da obra e a construtora já fez 80% da obra; UBS do Sítio Almas, no valor de R$ 128 mil 850 reais, também foi pago apenas 20% da obra, entretanto a construtora já executou 80%.

Educação
Na área da Educação, estão com obras paralisadas a ampliação da Escola Antonio de Sousa Dias, no Sítio Cocos, iniciadas em janeiro de 2011, com prazo de 90 dias para conclusão, no valor de R$ 374 mil, na gestão dos prefeitos Leo Abreu/Carlos Rafael. A atual administração denunciou o caso o Tribunal de Contas do Estado, que constatou pagamentos efetuados, entretanto, as obras não foram realizadas.

Mais saúde
A reforma do posto de saúde do Sítio Riacho Fundo foi iniciada na gestão Léo Abreu/Carlos Rafael, em 2009, mas não foi concluída, de forma que a atual gestão encontrou a obra inacabada. O valor dela é de R$ 147 .835,79.

Outra obra na gestão passada também paralisada foi a construção do posto de saúde no Sítio Cachoeirinha, iniciada em 2010, no valor de R$ 120.993,67. De acordo com o secretário de saúde, pouca coisa foi feita, porém, disseram que os recursos foram utilizados. O município solicitou uma auditoria do TCE para ver o que realmente foi gasto, determinar devolução dos valores que não foram aplicados e autorizar a conclusão com recursos próprios.

Hospital
O Hospital municipal, na zona sul da cidade de Cajazeiras é o exemplo clássico dos prejuízos causados à população em função de obras públicas inacabadas por esse país afora. Ele foi iniciado na gestão do ex-prefeito Antônio Vituriano de Abreu, com recursos do Ministério da Saúde. Para se ter uma idéia, Vitoriano terminou sua gestão há 23 anos e a obra continua dentro do mato.

Do Gazeta do Alto Piranhas

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