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Médium diz que espíritos começam aparecer na infância e mostra como reconhecer dom

Anderson lembrou que a maioria das religiões não aceita a mediunidade e que apenas o espiritismo pode explicar

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27/07/2015 às 16h44

O programa “Mensagem de Esperança” da TV Diário do Sertão conversou essa semana com o fisioterapeuta, médium e orador espírita, Anderson Rolim. O jovem falou sobre a mediunidade e o fato dela trazer sentimentos como fascínio, mas também medo.

Anderson falou inicialmente que a mediunidade não é algo sobrenatural. Segundo o orador, a mediunidade é um intercâmbio com o plano espiritual e é saudável vivê-la. De acordo com ele, a mediunidade começa na infância. “A criança começa a ver e sentir espíritos, independente da religião. É preciso educar essa sensibilidade e conviver com ela em paz”, disse.

Anderson lembrou que a maioria das religiões não aceita a mediunidade e disse que, apenas o espiritismo pode explicar. 

O médium falou sobre a mediunidade na bíblia e disse que os profetas eram médiuns, pois tinham ligação com o plano espiritual e muitos deles podiam ver o que aconteceria no futuro.

Com relação ao uso da mediunidade para proveito próprio, Anderson disse que isso não é moeda de troca. “Devemos dar de graça o que de graça recebemos”, disse.

Anderson também se referiu aos famosos “amigos imaginários” que algumas crianças veem e relatou que eles são espíritos evoluídos que vêm a terra e trazem consigo a mediunidade.

O programa “Mensagem de Esperança” é uma produção do Centro Espírita 'Os Cirineus do Caminho'.

DIÁRIO DO SERTÃO 

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