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Após negar crime, homem que matou mulher e filha chora durante confissão no CE

Marcelo Barbarena Moraes havia inventado um assalto para encobrir assassinatos

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26/08/2015 às 07h35

Marcelo Barbarena Moraes, de 37 anos, confessou, aos prantos, ter assassinado a mulher e a filha para a polícia. A confissão aconteceu durante uma nova perícia realizada na casa de veraneio da família em Paracuru (CE). Anteriormente, o homem havia inventado um assalto para não ser preso.

Adriana Moura de Pessoa Carvalho Moraes, de 38 anos, e Jade Pessoa de Carvalho Moraes, de oito meses, foram encontradas mortas em um dos quartos da casa, na madrugada de domingo (23). Marcelo disse à polícia que o local havia sido assaltado e que não ouvira os disparos.

De acordo com Leandro Vasques, advogado da família de Adriana, o homem tinha um temperamento explosivo e o casal passava por uma crise nos últimos meses

Após a divulgação da informação de que Marcelo havia cometido o crime depois de descobrir uma suposta traição da mulher e desconfiar da paternidade da filha mais nova, a polícia solicitou um exame de DNA. Amostras de material genético foram coletadas de Marcelo e Jade, mas o exame ainda não foi realizado.

Ainda segundo Vasques, Marcelo cultuava armas. No apartamento onde ele morava com a família em Fortaleza, a polícia encontrou revólveres calibre 22 e 32, espingarda de pressão, cinco garruchas, três dardos e munições. O material apreendido foi encaminhado à sede da DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), informou a SSPDS (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social).

De acordo com a delegada Socorro Portela, responsável pelo caso, o homem não tinha permissão para guardar armas de fogo em casa. Em depoimento, ele afirmou que as armas eram herança de família.

O advogado da família acredita que Marcelo só confessou os crimes porque não tinha mais como sustentar a versão dele. O homem havia dito que não ter ouvido os disparos feitos contra as vítimas, porém, durante a perícia, foram disparos tiros no quarto onde mãe e filha foram mortas e ficou provado que os disparos poderiam ser ouvidos até do lado de fora da casa.

De acordo com a delegada, o homem confessou o fato no local do crime durante o procedimento da polícia.

— No momento em que fazíamos a nova perícia, ele começou a chorar e confessou o crime. Afirmou que discutiu com a Adriana e pegou a arma que estava guardada em um armário e atirou nas vítimas.

Antes da confissão à polícia, Marcelo havia confessado o crime para a família por meio do aplicativo de mensagens Whatsapp. Na conversa, ele dizia estar arrependido. Após o aparelho ser apreendido pela polícia, os membros do grupo pararam de enviar mensagens, com receio de que a conversa fosse monitorada.

Ainda segundo o advogado, ele está apurando com as amigas de Adriana se ela chegou a relatar algum outro episódio de violência do marido. A filha mais velha do casal está morando com os avós.

R7

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